América do NorteOrlando

Primeira Viagem a Orlando: o Roteiro Completo dos Nossos 15 Dias, Dia a Dia

Esse post junta num lugar só os 15 dias da nossa primeira viagem a Orlando, em setembro de 2017, quando éramos só eu e a Carol, sem o Samuel, logo depois do furacão Irma. Na época a gente escreveu um diário por dia aqui no blog, com horário, fila, o que comeu e quanto gastou, e tudo o que está contado aqui embaixo sai desses diários, com o link de cada um no próprio dia pra quem quiser o relato inteiro.

Os preços de 2017 são os daquele dia, com as taxas, e servem pra você entender a viagem, não pra montar o seu orçamento. Muita coisa mudou desde então, o FastPass gratuito acabou, várias atrações fecharam e o estacionamento dos parques subiu de US$ 20 pra US$ 35, então no fim de cada dia eu coloquei o que mudou, com a fonte oficial e a data em que eu conferi. A gente voltou a Orlando em novembro de 2019, ainda sem o Samuel, e em janeiro de 2026 com ele, de 4 anos, e a Ionice, e onde essas viagens mais recentes ajudam eu aviso.

Resumo rápido: nossa primeira viagem a Orlando em números

  • Quantos dias: 15 dias de viagem, de 12 a 26 de setembro de 2017, que deram 13 dias completos em Orlando e dois meios dias, o da chegada e o da volta
  • Quem foi: só eu e a Carol, logo depois do furacão Irma, quando os parques estavam bem vazios nos primeiros dias
  • Parques visitados: Magic Kingdom (2 dias), Animal Kingdom, EPCOT, Hollywood Studios, SeaWorld, Universal Studios e Islands of Adventure, mais um dia inteiro de Harry Potter entre os dois parques da Universal
  • Quanto a gente anotou de gasto no dia a dia: US$ 1.423,39 somando os 13 dias em que o diário fecha um total (estacionamento, comida, mercado, gasolina e lembrancinhas), sem ingresso, hotel, passagem, carro e as compras de outlet
  • O que a gente mais curtiu: o Avatar Flight of Passage, que o diário chama de melhor simulador que a gente foi em Orlando, e a Rock’n Roller Coaster, a montanha-russa que a gente mais curtiu na viagem
  • O dia com mais reclamação no diário: o do SeaWorld, pelo ar de abandono do parque, mesmo com as três montanhas-russas na lista das coisas boas
  • Ingresso de 1 dia hoje: Disney a partir de US$ 119 e SeaWorld a partir de US$ 59,99, sem imposto, conferido em 1º de outubro de 2026. A Universal não mostrava o preço de 1 dia na página que eu consultei, só pacotes de 3 dias

Sumário: os 15 dias, dia a dia

  1. O furacão Irma na véspera e o voo de madrugada pelo Panamá
  2. Chegada em Orlando: as duas esteiras, o carro na Alamo e o chip de dados (dia 1)
  3. Outlet Premium e Disney Springs: as primeiras compras e as MagicBands (dia 2)
  4. Café da manhã no Be Our Guest e o Magic Kingdom quase vazio (dia 3)
  5. Animal Kingdom: duas vezes no Flight of Passage e Pandora à noite (dia 4)
  6. Dia de compras e descanso: IHOP, Target, Dollar Tree e Olive Garden (dia 5)
  7. EPCOT: carimbando o passaporte nos 11 países do World Showcase (dia 6)
  8. Hollywood Studios: três vezes na Rock’n Roller Coaster e o Chewbacca (dia 7)
  9. SeaWorld: as três montanhas-russas, a Kraken com óculos de realidade virtual e o I-Drive 360 (dia 8)
  10. Universal Studios: a hora perdida, a Múmia e o milkshake do Toothsome (dia 9)
  11. Islands of Adventure: encharcados na Toon Lagoon e o almoço no Mythos (dia 10)
  12. Um dia só de Harry Potter, sem ser fã, e o Rainforest Cafe (dia 11)
  13. Dia 23 sem despertador: Millenia, compras finais e o carro abastecido por nós (dia 12)
  14. Domingo mais tranquilo: o pior almoço da viagem e o pôr do sol na Orlando Eye (dia 13)
  15. De volta ao Magic Kingdom, agora lotado e sem mochila (dia 14)
  16. A volta pra casa: o posto, o pedágio e a devolução do carro (dia 15)
  17. Quanto a gente anotou de gasto em cada dia
  18. Erros e aprendizados que ficaram anotados nos diários
  19. Perguntas frequentes sobre a primeira viagem a Orlando

O furacão Irma na véspera e o voo de madrugada pelo Panamá

A ideia original era viajar no comecinho de setembro, mas surgiu um congresso na nossa igreja na mesma época e a gente decidiu adiar alguns dias, como eu conto no post do orçamento da viagem. Foi bem nos dias em que o furacão Irma passou pela Flórida, e os últimos dias antes do embarque foram tensos, com a gente sem saber se o voo ia ser cancelado e se o aeroporto de Orlando ia estar aberto ou fechado. Por causa disso ficou tudo em cima da hora, e o próprio dia da viagem foi corrido, imprimindo os cupons dos outlets, comprando remédio pra qualquer emergência e comidinha pro voo e fechando as malas. No vídeo do dia 2 eu comento que ainda bem que a gente chegou no dia 12, porque nos dias anteriores estava tudo praticamente fechado, até os aeroportos.

A gente saiu pro aeroporto de Brasília às 22h do dia 11 de setembro, num Uber em que o motorista estava ouvindo Damaris, chegou bem cedo, fez o check-in e despachou as malas pra ficar tranquilo. O voo da Copa saiu às 2h05 da madrugada do dia 12, e a aeronave desse primeiro trecho era bem simples e antiga, sem TV nas poltronas e com um serviço de bordo que ficou devendo, só uns snacks nada bons. A gente não conseguiu dormir direito. Ficamos na saída de emergência, com espaço de sobra pra esticar as pernas, mas a manta era quase um lençol de tão fina e não deu conta do frio, mesmo usando duas mantas e moletom.

Rodolfo e Carol sorrindo numa selfie na sala de embarque do aeroporto de Brasília
Eu e a Carol no aeroporto de Brasília, esperando o voo da madrugada do dia 12 de setembro de 2017

Depois de 6 horas de voo a gente chegou no Panamá, e o aeroporto estava um freezer. Demos uma volta rápida e voltamos pra fila de embarque do voo pra Orlando, onde, pra nossa surpresa, estava o André Valadão, também de passagem pra Orlando, e a gente aproveitou pra tietar e tirar uma selfie. O trecho até Orlando foi mais tranquilo, numa aeronave da Copa bem melhor, apesar do pouco espaço entre as poltronas.

Hoje a Copa continua vendendo Brasília para Orlando com conexão no Panamá, pela página oficial da rota, conferido em 1º de outubro de 2026. Não tinha voo direto de Brasília pra Orlando em 2017, e por isso a gente foi pelo Panamá, mas na viagem de janeiro de 2026 o caminho foi outro, com a executiva da Delta pra Atlanta emitida com milhas da LATAM, como eu conto no guia de Orlando com milhas. Faz os cálculos com a sua data, porque dependendo da época a Copa ainda pode sair melhor.

Chegada em Orlando: as duas esteiras, o carro na Alamo e o chip de dados (dia 1)

No post do orçamento ficou anotada a chegada a Orlando às 12h17, e no diário do dia 1 a gente registrou 13h25, no horário de lá, com o calor esperando na porta. A imigração foi tranquila, e aí veio a parte curiosa, porque depois de pegar as malas a gente teve que colocar tudo de novo em outra esteira, que levava pra área central do aeroporto, pegar o trenzinho e buscar as malas mais uma vez do outro lado.

De lá a gente foi pra Alamo. Fizemos todo o processo no totem, mas como estávamos 30 minutos adiantados em relação ao horário da reserva, tivemos que ir ao balcão explicar a situação pra não pagar uma taxa extra pela antecipação. O vendedor ficou tentando vender upgrade de categoria, outros tipos de seguro e um monte de coisa, a gente não contratou nada a mais e leu com calma os documentos antes de assinar. No contrato tinha uma previsão de US$ 45 caso a gente não devolvesse o carro com o tanque cheio, debitada no cartão de crédito. Por isso a recomendação que ficou no diário é fazer o check-in do aluguel online ou pelo totem, que dá pra fazer em português e sem ninguém tentando te vender nada.

Com o check-in feito, a gente foi pra garagem, onde dá pra olhar com calma, entrar nos carros e escolher qualquer um da fila da categoria alugada, e acabou pegando um Elantra. O único problema foram os bancos com um pouco de umidade e aquele cheiro de cachorro molhado nos primeiros dias. A gente apanhou pra encaixar todas as malas, mas deu tudo certo, e eu estranhei só os primeiros minutos até me adaptar ao carro.

Rodolfo de óculos escuros dirigindo o Hyundai Elantra alugado em Orlando
Eu ao volante do Elantra que a gente pegou na garagem da Alamo

Saindo do aeroporto, a gente ligou o Waze e foi almoçar no Florida Mall. O chip de dados da EasySIM4u, contratado ainda no Brasil, já chegou funcionando no celular, e o diário chama ele de um adianto na nossa vida, porque deu pra rodar pela cidade, ver o trânsito e pesquisar produto e restaurante sem depender de wifi. No shopping a gente rodou bastante até achar uma vaga na sombrinha, almoçou no Five Guys, que segundo a Carol foi o melhor hambúrguer que a gente comeu em Orlando, e passou rapidinho pela loja da Disney e pela da M&M’s.

No Rosen Inn da International Drive, depois do check-in, a gente estava com muita sede e a máquina de água do hotel engoliu um dólar sem soltar nada, então foi pra outra máquina. Malas organizadas e banho tomado, a gente foi ao Walmart comprar o café da manhã e os lanches dos próximos dias, com muita opção e tudo muito barato, e saiu de lá depois das nove da noite pra finalmente dormir no ar-condicionado. Os gastos anotados foram US$ 21,89 no Five Guys e US$ 110,22 no Walmart, que incluíam um pacote com 32 garrafas de água, protetor solar e algumas makes.

Como está hoje. O aeroporto de Orlando abriu o Terminal C em 2022, e pela página oficial do Terminal C quem chega de voo internacional ali pega a bagagem antes de passar pelo controle de passaporte, então aquela volta das duas esteiras pode ser diferente pra você. A Alamo tem hoje o Skip the Counter, em que você faz o check-in online e vai direto pro carro, com condições que vale ler antes. Sobre o combustível, a página oficial de combustível da Alamo não traz mais uma previsão fixa como os US$ 45 do nosso contrato, e lista três opções, pagar o tanque antecipado, devolver com o mesmo nível ou pagar a gasolina que faltou por um preço que a própria Alamo avisa ser mais alto que o dos postos, então devolver cheio continua sendo o caminho mais barato. A loja da M&M’s saiu do Florida Mall e foi pra Disney Springs em 2021, e o Rosen Inn International, no 7600 da International Drive, segue sem resort fee e com estacionamento de US$ 10 por noite, limitado a US$ 50 por carro, pelo site oficial do hotel, conferido em 1º de outubro de 2026. O site da EasySIM4u continua no ar, mas os planos não abriram na minha consulta, então confere antes de comprar.

Pagando em dólar todos os dias da viagem

Repara que em quase todo dia desses diários tem estacionamento, praça de alimentação, mercado, posto de gasolina e restaurante pagos em dólar, e no fim da viagem a diferença de câmbio e de IOF entre um cartão e outro vira dinheiro de verdade. Hoje um dos cartões que eu levo nas viagens é o da Wise, e nós somos parceiros da Wise, deixo isso aqui bem transparente. Antes de escolher, faz os cálculos com a cotação do dia e compara com os outros cartões que você já tem, porque o que compensa pra mim pode não ser o melhor pro seu jeito de gastar.

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Outlet Premium e Disney Springs: as primeiras compras e as MagicBands (dia 2)

No dia 13 de setembro a gente acordou às 7h já sem sono nenhum e tomou café com o que comprou no Walmart, café da Dunkin’ Donuts, bolo mesclado e croissants, numa porção tão gigante que a gente comeu croissant até enjoar. No vídeo desse dia eu conto que a gente já sabia que o Outlet Premium da International Drive só abria às 10h e chegou antes de propósito, pra parar o carro perto e com calma, e aproveitou o outlet ainda fechado e vazio pra andar devagar e conhecer cada área.

Praça central do Orlando International Premium Outlets vazia, com as lojas ainda fechadas
O Outlet Premium da International Drive ainda vazio, antes de as lojas abrirem

A gente começou pela Nike, onde estava tudo muito caro e não comprou nada, e foi passando pela Forever 21, pela Skechers, onde viramos fãs da marca e compramos tênis pra nós dois andarmos nos parques, pela Tommy Hilfiger e pela Polo Ralph Lauren, que estavam caras demais naquele dia e com o que estava barato só em tamanho pequeno ou grande demais, pela Victoria’s Secret, que estava baratíssima e a Carol aproveitou, pela Timberland, onde eu comprei 2 bermudas e 1 polo, e por lojas de perfume, Bath and Body Works, Adidas e Levi’s. Com o tempo a Skechers virou presente da família inteira, porque o tênis era tão confortável e leve que eu acabei comprando pra todo mundo ao longo da viagem. O almoço foi na praça de alimentação, 2 pedaços de pizza na Sbarro por US$ 8,72, que deram pra nós dois.

Às 16h a gente saiu do outlet pra Disney Springs, atrás das MagicBands. Nos perdemos um pouco, confundimos as informações e descobrimos que a World of Disney não vendia MagicBand, e acabamos comprando as duas por US$ 27,67 na Disney’s Pin Traders, depois de olhar também no Marketplace Co-Op, com um atendente impaciente, super grosso, que não explicou direito os valores. Depois de dois sanduíches na Earl of Sandwich, por US$ 20,21, a gente voltou pro outlet pra finalizar as compras e, cansado de tanto rodar, lanchou à noite no quarto do hotel com o que tinha comprado no Walmart, pra guardar energia pro primeiro dia de parque.

Como está hoje. O outlet se chama oficialmente Orlando International Premium Outlets e continua na 4951 International Drive, e a Forever 21 fechou todas as lojas dos Estados Unidos em 2025, como está no diário do dia 2. A pulseira hoje se chama Disney Band, e a página oficial das pulseiras lista justamente a World of Disney e a Disney’s Pin Traders como lugares de compra, e avisa que não envia pedido pra fora dos Estados Unidos. O preço eu não consegui confirmar, porque a loja online da Disney bloqueou a minha consulta em 1º de outubro de 2026, então pede pro atendente explicar a diferença entre os modelos, que foi o que faltou pra gente. O estacionamento de Disney Springs continua gratuito.

Café da manhã no Be Our Guest e o Magic Kingdom quase vazio (dia 3)

No dia 14 a gente acordou às 6h30, com as MagicBands configuradas na véspera e a mochila pronta com água, barrinhas e o roteiro do parque impresso, porque tinha reserva pro café da manhã no Be Our Guest exatamente às 8h. Do Rosen Inn até o estacionamento do Magic Kingdom foram uns 20 minutos, e como chegamos muito cedo paramos bem perto e fomos andando até o monotrilho sem precisar do carrinho. A chegada com o parque vazio e a trilha sonora tocando foi emocionante, depois de planejar tanto. A gente errou o caminho e foi pra direita do castelo quando devia ir pra esquerda, mas com a reserva bastou passar a MagicBand no aparelho que os cast members liberaram a corda até o restaurante.

A gente pediu o Feast A La Gaston, com ovos mexidos, linguiça de frango, bacon, pães doces e croissant, e de bebida suco de laranja e chocolate quente, e foi muita comida mesmo pra duas pessoas. Eu fiquei bem satisfeito, a Carol nem tanto, porque ela não curte café da manhã tão americanizado assim, e pelo valor, US$ 25,56, a gente achou que valeu a pena.

Rodolfo à mesa do salão de baile do Be Our Guest com o café da manhã na frente
Café da manhã no Be Our Guest, no salão de baile do castelo da Fera

Saindo do restaurante a gente foi direto pra montanha-russa dos 7 Anões, que fica do lado, e levou nem 10 minutos pra entrar na minha primeira montanha-russa em Orlando. Na Space Mountain foram mais 10 minutos sem FastPass, e no Buzz Lightyear a gente nem precisou do FastPass das 10h20, porque antes das 10h não tinha fila nenhuma, e eu dei uma lavada na Carol na pontuação. A atração do Stitch estava fechada o dia inteiro. Setembro, logo depois do Irma, foi uma das melhores épocas que a gente podia ter pegado, com fila só na dos 7 Anões. Quando a gente voltou nela, a fila já estava em quase 1 hora, mas boa parte é dentro da mina, no ar-condicionado, e a gente aproveitou pra ver os detalhes.

A Big Thunder Mountain estava com problema de manhã, então a gente foi na Haunted Mansion e no Piratas do Caribe, com animatrônicos muito bem feitos, almoçou um Trio Sampler com limonada no Columbia Harbour House e voltou pra Fantasyland pro Mickey’s PhilharMagic e pra atração da Ariel. Quando eu perguntei pra uma cast member se a Big Thunder tinha voltado, ela ligou ali mesmo e em menos de 3 minutos a gente teve a resposta, e curtiu mais essa montanha-russa do que a dos 7 Anões. Depois veio a parada Festival of Fantasy, vista na sombra num sol de rachar, uma revanche no Buzz que eu ganhei de novo, um Pineapple Float na Aloha Isle e uma fila pequena, mas demorada, pra foto com a Merida, a princesa favorita da Carol, no Fairytale Garden.

O Peter Pan’s Flight a gente tinha deixado como não obrigatório, porque tinha lido que era infantil demais, e discordou completamente, porque os detalhes da fila são muito bacanas e vale a pena mesmo pra adulto. Já a It’s a Small World a gente não repete, com música extremamente chata, passeio demorado demais e bonequinhos muito antigos. Teve ainda boné na Emporium, o broche gratuito de primeira visita, as cartinhas do Sorcerers of the Magic Kingdom de lembrança e um lanche na Main Street Bakery, onde eu desisti de falar “Rodolfo” pros atendentes e passei a dizer “Carol”. Na fila do Funnel Cake, na Sleepy Hollow, caiu uma chuva forte, e com uma capa só a Carol foi de capa e eu fui correndo, me molhando todo. À noite a gente viu o Once Upon a Time e o Happily Ever After de longe, na Main Street, como muita gente recomenda, e achou barulhento demais, com gente passando na frente toda hora. Foram 17,41 km, 14 horas e 30 minutos de parque e US$ 123,16 de gasto no dia, e a gente voltou de Ferry Boat até o estacionamento.

Como está hoje. Pela página oficial do Be Our Guest, conferido em 1º de outubro de 2026, o restaurante não serve mais café da manhã, só almoço e jantar a preço fixo, acima de US$ 60 por adulto, então aquele truque de entrar cedo pela reserva do café não existe mais. O FastPass gratuito virou o Lightning Lane pago, e a montanha-russa dos 7 Anões só entra no passe individual. A Splash Mountain, que estava em manutenção no nosso dia, virou a Tiana’s Bayou Adventure, e a Stitch’s Great Escape fechou de vez. Os detalhes estão no diário do dia 3.

Animal Kingdom: duas vezes no Flight of Passage e Pandora à noite (dia 4)

No dia 15 a gente acordou às 6h30 de novo e levou uns 20 minutos até o estacionamento do Animal Kingdom, no setor Dinosaur, e aqui, diferente do Magic Kingdom, precisou pegar o carrinho até a entrada, com um motorista que imitava dinossauro o tempo todo. Às 8h a gente já estava na fila e, assim que entrou, foi quase correndo pra Pandora, porque mesmo tentando com 30 dias de antecedência não tinha conseguido marcar FastPass pro Flight of Passage. A entrada de Pandora ficava fechada com corda, a fila atrás da gente foi crescendo, e lá pelas 8h40, antes da abertura oficial das 9h, os cast members liberaram a entrada de forma organizada.

Nessa primeira vez a gente foi direto pro simulador, sem ver o laboratório, e a experiência foi fantástica. Você senta em algo parecido com uma moto, como se estivesse montando um Banshee, e sente a respiração dele nas pernas, água no rosto, vento e cheiro de terra molhada. Saímos às 9h08, e a fila já ia até o fim da área de Pandora. À tarde a gente voltou e ficou 1 hora e 10 minutos na fila, e valeu muito, porque dessa vez deu pra ver todos os detalhes, o laboratório e o avatar dentro do cilindro, e a gente chegou a pensar seriamente em voltar outro dia no parque só por causa dessa atração.

Visitantes sentados no caminhão aberto do Kilimanjaro Safaris no meio da vegetação
Dentro do caminhão do Kilimanjaro Safaris, que a gente fez logo de manhã

Pela manhã, quando a maioria dos animais está acordada, a gente foi no Kilimanjaro Safaris e entrou num dos primeiros carros. A dica do diário é sentar no último banco, se der, porque a vista fica livre pras fotos, com o único incômodo de ficar virando pra trás. Foram uns 20 minutos vendo antílope, crocodilo, elefante, flamingo, hiena, um leão todo majestoso tomando sol nas rochas, leoas, rinoceronte-branco e zebra. Depois teve foto com o Mickey e a Minnie de roupa de safári, a It’s Tough To Be a Bug dentro da Árvore da Vida, o barco da Na’vi River Journey com FastPass, o Dinosaur, que balança bastante e é bem escuro, e o musical do Nemo, que a gente achou estilo Broadway.

A Expedition Everest, com FastPass às 12h55, deixou a gente um pouco tonto e é um pouco mais radical que as montanhas-russas do Magic Kingdom. O almoço foi no Yak & Yeti Local Food Cafes, eu de frango agridoce com arroz e a Carol de cheeseburger, por US$ 31,71. Teve ainda o Festival of the Lion King, em que a gente chegou com 1 minuto de atraso, a Kali River Rapids, que molhou pouco, com a mochila num locker gratuito por 1 hora, o show de pássaros Flights of Wonder e um Night Blossom no Pongu Pongu, doce demais. À noite a gente voltou pra Pandora pra ver o lugar acender devagar, com o chão iluminado, e jantou no Satu’li Canteen, que tem um ambiente dos mais bacanas de todos os parques, mas uma comida nada demais. O dia fechou com as projeções na Árvore da Vida e o Rivers of Light, que acabou às 21h. Foram 17,23 km, 13 horas de parque e US$ 141,28.

Como está hoje. Pelo diário do dia 4, conferido em 1º de outubro de 2026, o Flight of Passage só entra no Lightning Lane individual, pago, e pede 112 cm de altura. A DinoLand fechou de vez em 2 de fevereiro de 2026, levando junto o Dinosaur, a It’s Tough To Be a Bug deu lugar a um show de Zootopia em 2025, o Flights of Wonder acabou em dezembro de 2017 e o Rivers of Light foi encerrado em 2020. Quando a gente voltou em novembro de 2019, ainda sem o Samuel, chegar antes da abertura e ir direto pra Pandora funcionou de novo, como eu conto no roteiro do Animal Kingdom.

Dia de compras e descanso: IHOP, Target, Dollar Tree e Olive Garden (dia 5)

No sábado, 16 de setembro, a gente acordou um pouco mais tarde depois de dois dias intensos de parque e foi tomar café no IHOP, do lado do hotel, com um combo de panqueca de blueberry, ovos mexidos, bacon e hash browns e um café com sabor mocha grande até demais pra duas pessoas. Sinceramente a gente não achou nada demais, e alguns lugares aqui em Brasília, como a Quitinete da Asa Sul, têm uma panqueca muito superior. Na hora de pagar, a garçonete inflacionou a gorjeta pra mais de 40% da conta, e quando eu pedi explicação ela pediu desculpas, mas ficou na cara que queria enrolar a gente. O combo saiu por US$ 16,67.

Panqueca de blueberry com chantilly, ovos mexidos, bacon e hash browns do IHOP
O combo do IHOP com panqueca de blueberry, ovos mexidos, bacon e hash browns

Do IHOP a gente foi pro Walgreens, onde a Carol comprou cosméticos que depois a gente devolveu porque estavam bem mais baratos na Target, e de lá pra Super Target, que a gente gostou bem mais que o Walmart, com a CVS Pharmacy lá dentro. Na Dollar Tree a gente comprou descartáveis pra conseguir comer no quarto, porque não tinha pensado em como ia comer cereal e cortar pão sem prato, copo e talher. A Marshalls e a Ross ficaram como lojas só pra quem tem muita paciência, o que não é o nosso caso, e no meio disso o almoço foi de novo no Five Guys. À tarde a gente voltou ao outlet pra completar a lista, com mais um tênis da Skechers pra mim e presentes pra família, e trocou produtos no Walmart e no Walgreens sem problema nenhum, porque basta pedir a troca, nem precisa dizer o motivo, que eles devolvem o dinheiro na hora.

À noite foi o Olive Garden da International Drive, perto do hotel, já bem cheio, mas a espera foi curta. A salada e os pães de entrada vêm inclusos e estavam uma delícia, e o meu filé com gorgonzola e espaguete estava desmanchando, enquanto a lasanha da Carol não surpreendeu e sobrou metade pra levar. A comida demorou pra chegar, mas até ali foi o nosso melhor jantar, por US$ 47,02 com um suco de blueberry. Foram 9,19 km e US$ 137,61 no dia, sem contar as compras do outlet e das lojas de departamento.

Saladeira de vidro com a salada de entrada do Olive Garden e um pegador
A salada de entrada do Olive Garden, que vem inclusa na refeição

Como está hoje. A Dollar Tree não é mais tudo a 1 dólar, e pela página institucional da rede o preço principal passou pra US$ 1,25. A política de devolução do Walmart dá 90 dias pra maioria dos itens com recibo, e o Olive Garden continua no mesmo endereço, segundo o diário do dia 5, conferido em 1º de outubro de 2026.

EPCOT: carimbando o passaporte nos 11 países do World Showcase (dia 6)

O domingo, 17 de setembro, foi de muito sol e de Festival Food and Wine. A gente chegou às 8h15 com o estacionamento vazio, parou pertinho da entrada e ficou esperando na frente da bola do EPCOT, onde teve um showzinho de três homens vestidos de cozinheiro batucando, que no fim já estava ficando chato porque tinha muita gente na frente. Às 9h a gente já estava na Test Track, sem FastPass, montando o próprio carro, e terminou em segundo lugar no placar geral.

A Spaceship Earth, a bola geodésica prateada do EPCOT, contra o céu azul
A bola do EPCOT, a Spaceship Earth, que dizem ser um dos lugares mais fotografados do mundo

Com FastPass às 9h55 veio o Soarin’, um voo suave pela Grande Muralha da China, pelas Cataratas do Iguaçu e pela Austrália, que o diário coloca como obrigatório pra adulto e criança. Ali a gente comprou o passaporte do EPCOT, por US$ 12,77, pra carimbar em cada país, e uma pipoca do Mickey salgada, doce e apimentada ao mesmo tempo, que eu gostei e a Carol detestou. Depois teve The Seas with Nemo & Friends e, com o FastPass das 10h55, a Mission Space. A gente tinha lido muito relato de enjoo, principalmente na versão laranja, então eu fui só na verde e a Carol nem quis ir, e a verde foi extremamente tranquila, sem enjoo nenhum. O último FastPass foi na Spaceship Earth, onde o display do nosso carrinho não funcionou no final.

Às 12h40 a gente começou o World Showcase, com sol forte na cabeça, na ordem México, Noruega, China, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Japão, Marrocos, França, Reino Unido e Canadá, sem a neura de correr só pelo carimbo, entrando nas lojas e tirando foto com calma. O almoço saiu depois das 14h, uma pizza individual de marguerita com soda italiana no Via Napoli, por US$ 28,28, que deu pros dois. O país que a gente mais gostou foi o Marrocos, os Estados Unidos foram o mais sem graça, o sorvete da França não teve nada demais e o atendimento na Noruega, quando a gente procurava quem carimbasse o passaporte, foi meio mal-humorado. O passaporte ficou completo às 16h45, no Canadá, e no fim da tarde a gente encarou 1 hora e 15 minutos de fila na Frozen Ever After, tempo que a gente usou pra escrever boa parte do diário desse dia.

O jantar foi no Le Cellier, no Canadá, com reserva às 19h30, e foi o mais caro da viagem, US$ 99 com gorjeta, com sopa de cheddar, filé-mignon com risoto e cheesecake de blueberry. A gente já tinha planejado esse gasto e achou que compensou bastante. Depois veio o show de fogos Illuminations, visto ali do Canadá, e foi o dia mais cansativo da viagem, com 18,11 km, o recorde de quilometragem, 13 horas e 30 minutos de parque e US$ 178,18 de gasto.

Como está hoje. Pelo diário do dia 6, conferido em 1º de outubro de 2026, o antigo Future World virou três áreas, a Test Track reabriu em julho de 2025 com cenas novas, o Illuminations teve a última apresentação em 30 de setembro de 2019 e hoje o show da noite é o Luminous The Symphony of Us. Os Kidcot Fun Stops continuam, mas a página oficial fala em cartões de atividades e não em carimbo de passaporte, então pergunta na loja antes de comprar. O Le Cellier está na faixa de US$ 35 a US$ 59,99 por prato principal de adulto.

Hollywood Studios: três vezes na Rock’n Roller Coaster e o Chewbacca (dia 7)

Na segunda-feira, 18 de setembro, a gente chegou às 8h15 com o cansaço do EPCOT nas pernas, e ainda bem que o parque era bem menor naquela época. A primeira parada foi a Rock’n Roller Coaster, na Sunset, e a gente gostou tanto que foi três vezes ao longo do dia. De toda a viagem, foi a montanha-russa que a gente mais curtiu, com a fila no estúdio de gravação do Aerosmith, a contagem regressiva, a velocidade logo no início e o som da banda tocando atrás da cabeça.

Rodolfo e Carol numa selfie na frente da guitarra gigante da Rock'n Roller Coaster Starring Aerosmith
Eu e a Carol na frente da guitarra da Rock’n Roller Coaster, onde a gente foi três vezes

Com FastPass às 9h veio a Torre do Terror, um sobe e desce agoniante que fez a Carol lembrar que não gosta muito disso. Na Star Wars Launch Bay a gente ficou uns 20 minutos na fila da foto com o Chewbacca, que é muito bem feito e, segundo a Carol, super macio, e depois tirou foto com o BB8. O Toy Story Mania, com FastPass às 10h45, eu não estava dando tanta bola, mas a gente gostou muito mais que o Buzz Lightyear e o MIB da Universal, e voltou à tarde, com 40 minutos de fila, e nas duas vezes a Carol deu uma lavada em mim. Teve ainda o showzinho A Galaxy Far, Far Away, com um picolé do Mickey, e o Star Tours com FastPass às 12h, com uma fila sensacional e um simulador que não me impressionou, talvez porque eu fui com expectativa demais.

O almoço no ABC Commissary foi simples e nada demais, por US$ 24,25. Depois vieram o show do Indiana Jones, que eu não podia perder porque assisti todos os filmes, o da Bela e a Fera, a marcha da Primeira Ordem, um carrot cake cookie gorduroso e doce demais e o Muppet*Vision 3D, onde a gente entrou sem estar no roteiro e ficou sentado no chão pra fugir do calor. À noite a gente viu o Fantasmic às 20h e, saindo quase correndo pro Star Wars: A Galactic Spectacular, não deu pra ver nada, porque a Disney colocou um show no mesmo horário do outro. O jantar foi no Sci-Fi Dine-In Theater, às 20h55, dentro dos carros de drive-in, com um milkshake de chocolate delicioso, hambúrgueres que não eram nada de outro mundo e um garçom desleixado, por US$ 51,64. Foram 16,96 km, 13 horas de parque e US$ 105,14.

Como está hoje. Pelo diário do dia 7, conferido em 1º de outubro de 2026, a Rock’n Roller Coaster trocou o Aerosmith pelos Muppets em maio de 2026, a Star Wars Launch Bay fechou em setembro de 2025, o Muppet*Vision 3D fechou em junho de 2025 e a área de Star Wars que a gente estava esperando abriu em 2019. Em janeiro de 2026, já com o Samuel, a gente voltou ao parque, e esse dia está no post do Hollywood Studios com criança pequena.

SeaWorld: as três montanhas-russas, a Kraken com óculos de realidade virtual e o I-Drive 360 (dia 8)

O SeaWorld só abria às 10h, então na terça, 19 de setembro, a gente acordou mais tarde, chegou ao estacionamento às 9h30 e foi direto pra Manta, a primeira das três montanhas-russas que estavam no roteiro, pagando o primeiro dólar de locker por 1 hora. Na Manta você sobe de costas e fica deitado olhando pro chão, e o primeiro looping é o mais forte. Depois veio o Dolphin Days, bem vazio, e ao longo do dia a gente foi percebendo que o parque inteiro estava vazio, com uma impressão de abandono pela falta de limpeza e pelos funcionários nada felizes.

A Kraken com óculos de realidade virtual foi a fila mais demorada, porque cada óculos tinha que ser limpo e encaixado na cabeça de cada pessoa. A Carol foi sem, só na montanha-russa, e eu estava animadíssimo, curti a primeira queda e os primeiros loopings, mas mesmo apertando o óculos até ficar marca na testa ele não ficou preso, e com 7 loopings forçando a cabeça pra baixo a imagem foi piorando, até que no final eu estava suando frio de enjoo. Precisei sentar no primeiro banco que vi e tomar uma coca. Depois de uns 20 minutos a gente foi pro One Ocean, o show das orcas das 12h15, e a parte mais legal foi o banho que as orcas deram no público desavisado.

Uma orca saltando na piscina do Shamu Stadium durante o show One Ocean, com o palco azul ao fundo
O show das orcas, o One Ocean, no Shamu Stadium do SeaWorld

No Wild Arctic, no meio do passeio, começaram a tocar sirenes de emergência, e eu achei que fazia parte da atração até a Carol me chamar. Todo mundo foi evacuado, sem explicação, com alguns policiais na saída. Teimoso do jeito que eu sou, fui também na Mako, a mais tranquila das três, e fiquei mal de novo minutos depois, então foi mais uma coca e um cachorro-quente seco do Nathan’s. Depois do Shark Encounter e da área dos pinguins, às 14h30, a gente ainda não tinha almoçado, mas já tinha feito tudo o que queria, em 4 horas e 30 minutos de parque.

Às 15h a gente estava no hotel, tomou banho e foi “almoçar” quase às 16h no Shake Shack do I-Drive 360, com um ShackBurger, um Chick’n Shack, batata e coca pra dividir, por US$ 18,57, e não achou nada demais. Depois vieram o Madame Tussauds, onde a gente ficou muito tempo e tirou umas centenas de fotos, e o aquário Sea Life. A roda-gigante a gente deixou pra outro dia, porque com o combo das três atrações não era obrigatório fazer tudo no mesmo dia. O dia terminou no Whole Foods, com as compras dos próximos cafés da manhã por US$ 85,03 e um jantar de duas sopas e uma torta de maçã tão grande que durou mais dois dias. Foram 8,9 km e US$ 142,13 de gasto no dia.

Como está hoje. Pelo diário do dia 8, conferido em 1º de outubro de 2026, o óculos de realidade virtual saiu da Kraken em agosto de 2018, o One Ocean deu lugar ao Orca Encounter em 2020, o Wild Arctic virou o Expedition Odyssey em 2025 e o I-Drive 360 hoje se chama ICON Park. O ingresso de 1 dia aparece na página oficial de ingressos a partir de US$ 59,99 com data marcada, fora imposto e estacionamento.

A passagem que abriu essa viagem inteira

Em 2017 a gente pesquisou a passagem da Copa por meses e, como eu conto no post do orçamento, em nenhum momento apareceu uma promoção, e a gente acabou comprando pela Virazóm, que saiu um pouco mais barato que no site da própria Copa. Hoje é diferente, porque na Comunidade VMM a gente envia todos os dias alertas de passagens aéreas baratas com milhas e no dinheiro, promoções de cashback e transferências bonificadas, pra você viajar mais, mais barato e com mais conforto com a sua família. Se a sua primeira viagem a Orlando ainda está no papel, vale começar por aí.

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Universal Studios: a hora perdida, a Múmia e o milkshake do Toothsome (dia 9)

No dia 20 a gente chegou à entrada da Universal às 9h e descobriu que o parque tinha aberto às 8h. Os horários estavam anotados no roteiro, mas a gente esqueceu de reler na véspera, e ainda assim deu pra fazer todas as atrações que queria, saindo às 17h. Ainda meio enjoados do SeaWorld, a gente começou pelos Minions e foi pro teatro 4D do Shrek, em que o barulho do pistão de ar simulando o trote dos cavalos me incomodou bastante e, no final, ficou chato.

O globo azul da Universal com o letreiro UNIVERSAL na entrada do parque, num dia de céu limpo
O globo da Universal, na entrada do Universal Studios

O Transformers tem uma das melhores filas do parque, apesar do som extremamente alto, e no fim o carrinho deu problema e a gente ficou uns 15 minutos parado quase no escuro, sem ter como sair, o que não atrapalhou a atração. Na saída teve foto com o Optimus Prime e o Bumblebee. No Race Through New York, marcado pelo aplicativo pras 11h, o Panda tomou a GoPro da minha câmera e saiu correndo com ela, e a gente riu bastante. O almoço foi pouco antes do meio-dia no Louie’s Italian, com 2 fatias generosas de pizza e uma coca, por US$ 22,66. Na área dos Simpsons as lojinhas e o Bar do Moe estavam caprichados, mas eu não me senti dentro de Springfield, bem diferente da imersão de Pandora, e o The Simpsons Ride foi a única fila de uns 30 minutos, que pareceu bem mais por causa do calor e da falta de ventilação.

Teve ainda o E.T. Adventure, sem fila nenhuma, um cochilo de uns 30 minutos no colo da Carol num banco ali perto e o MIB, em que a Carol me deu uma surra na pontuação. A montanha-russa da Múmia, Revenge of the Mummy, foi a melhor atração do parque, e pra Carol a melhor do dia, com escuro, susto, fogo, calor, frio na barriga e ré no carrinho, e a mochila num locker gratuito por 1 hora. Depois de um Dippin Dots, que a Carol gostou e eu não achei nada demais, a gente esperou a Universal’s Superstar Parade das 17h, que durou menos de 15 minutos, com 5 carros, e não compensou a espera.

Milkshake num pote de vidro com chantilly e pretzels por cima, numa mesa do Toothsome Chocolate Emporium
O milkshake de doce de leite com caramelo salgado e pretzel do Toothsome, que o diário chama de melhor milkshake da vida

Antes das 17h30 a gente já estava no Toothsome Chocolate Emporium, no CityWalk, com um Milkshake Salted Dulce de Leche, com sorvete de caramelo salgado, doce de leite e pretzels, pedido no balcão da entrada por US$ 13,32. Saindo cedo do parque ainda deu pra passar no Florida Mall e jantar no Olive Garden pela segunda vez, agora sabendo do tamanho das porções, com uma entrada de queijo empanado e um espaguete de camarão pra dividir, por US$ 31,14. Foram 12,58 km, 8 horas e 30 minutos de parque e US$ 95,80.

Como está hoje. Pelo diário do dia 9, conferido em 1º de outubro de 2026, o Shrek 4D fechou em 2022 e no lugar abriu a Minion Land, a Superstar Parade saiu e desde 2024 o parque tem a Universal Mega Movie Parade, e o estacionamento comum está em US$ 35 com imposto. Hóspede de hotel da Universal tem até uma hora de entrada antecipada, e quem fica fora, como a gente no Rosen Inn, entra no horário normal, então lê o horário da sua data na véspera.

Islands of Adventure: encharcados na Toon Lagoon e o almoço no Mythos (dia 10)

Depois de 4 dias seguidos de parque, acordando cedo e dormindo tarde, a gente acordou um pouco mais tarde no dia 21 e entrou no Islands of Adventure às 10h, direto pro simulador do Homem-Aranha, que a Carol já tinha gostado quando foi a Orlando em 2002 e que eu curti bastante. A manhã ficou reservada pra se molhar na Toon Lagoon, com a mochila num locker do lado da Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls por US$ 4 a hora e meia. Na Dudley o que molhou foi o trajeto, e não a queda, e no Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges não adiantava capa nem tentar desviar, a gente saiu torcendo meia e camiseta.

Bote circular do Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges cheio de gente passando por baixo de um jato de água
O bote do Popeye na Toon Lagoon, que deixou todo mundo encharcado, a gente incluído

Ainda molhados, a gente foi pro King Kong, na Skull Island, e pegou 40 minutos de uma fila que vai ficando mais fria e mais escura, com uma mulher esquisita repetindo as mesmas falas, e o diário deixa a recomendação de não entrar molhado nessa fila. A atração valeu a espera, mas por causa dela a gente chegou alguns minutos atrasado na reserva das 12h30 no Mythos, que foi o restaurante de parque que a gente mais gostou, com decoração muito bonita e comida fantástica, um beef medallions que desmanchava e um gnocchi à bolonhesa que a Carol devorou, por US$ 48,83 com taxas e gorjeta.

Depois do almoço a gente passou pela Seuss Landing, entrou em várias lojinhas da entrada do parque, foi na Jurassic Park River Adventure, que é nostálgica pra quem viu o primeiro filme, mas precisa de uma boa renovação, e deixou no diário a montanha-russa do Hulk como obrigatória pra quem curte adrenalina. À noite foi passeio no Florida Mall. Foram 13,36 km, 7 horas de parque e US$ 87,64, incluindo US$ 14,81 de ímãs de geladeira dos dois parques.

Como está hoje. Pelo diário do dia 10, conferido em 1º de outubro de 2026, o Mythos continua aberto e aceita reserva, a Jurassic Park River Adventure está fechada pra reforma até 19 de novembro de 2026, e a VelociCoaster abriu em 2021 na mesma área. Uma correção do diário é que a Hollywood Rip Ride Rockit, que eu citei junto com o Hulk, ficava no Universal Studios e fechou em agosto de 2025.

Um dia só de Harry Potter, sem ser fã, e o Rainforest Cafe (dia 11)

No dia 22 a gente acordou às 7h pra pegar pouca fila e separou o dia pras atrações de Harry Potter nos dois parques. A Universal abria às 8h e, por causa da festa de Halloween, fechava às 17h, então a gente começou por lá, chegando às 8h30 no Beco Diagonal. O Escape from Gringotts já estava um pouco cheio, com o locker gratuito também cheio. A gente não é fã de Harry Potter, nunca assistiu aos filmes, e mesmo assim achou que a área vale muito a visita pela ambientação. Ainda deu tempo de ficar nas lojinhas do Beco Diagonal e repetir o Transformers.

O dragão em cima do banco Gringotts soltando uma bola de fogo, no Beco Diagonal
O dragão do Gringotts soltando fogo no Beco Diagonal, pra quem espera com paciência embaixo dele

O trem Hogwarts Express, da King’s Cross Station, leva até o Islands of Adventure e só pode ser usado com ingresso Park to Park, que eles validam antes da estação. O passeio é rápido, e o reflexo da luz da cabine atrapalha um pouco o vídeo que passa no vidro, mas os sons e as projeções na porta do corredor são muito bem feitos. Em Hogsmeade, o Forbidden Journey foi muito mais imersivo que o Gringotts, como se você estivesse numa vassoura voando, com um locker obrigatório minúsculo e entupido de gente.

O almoço foi cedo no Três Vassouras, com um combo de costela com frango e milho bem docinho, uma cidra de maçã sem álcool e a cerveja amanteigada, que também não tem álcool, por US$ 28,20. A Carol não tinha gostado da primeira vez que provou, mas nesse dia queria tomar tudo, e a melhor descrição que a gente achou foi a de um suco doce de baunilha gaseificado com gostinho de manteiga na espuma. A montanha-russa Dragon Challenge tinha fechado em 5 de setembro, poucos dias antes, e a área ficou só com o Forbidden Journey e a Flight of the Hippogriff. Um Cinnabon na saída fechou o parque às 14h30, com 13,89 km e 6 horas de parque.

No fim da tarde a gente foi pra Disney Springs e jantou no Rainforest Cafe, sem reserva, mas chegando cedo, dividindo um Taste of the Islands e um suco. A comida estava boa, mas o prato não é grande o suficiente pra dividir e não é barato, e o restaurante vale pelos animais, pelo som e pela iluminação que mudam o tempo todo. Diferente do dia 2, Disney Springs estava extremamente lotado, quase sem dar pra andar no fim da noite, e de sobremesa teve o chocolatinho grátis da Ghirardelli. O gasto do dia foi de US$ 96,03.

Como está hoje. Pelo diário do dia 11, conferido em 1º de outubro de 2026, a Dragon Challenge deu lugar à Hagrid’s Magical Creatures Motorbike Adventure em 2019, e o Halloween Horror Nights de 2026 acontece em noites selecionadas de 28 de agosto a 1º de novembro, com o Universal Studios fechando mais cedo pro público do dia. Em janeiro de 2026 o mesmo Taste of the Islands do Rainforest Cafe estava US$ 34,99 antes da taxa e da gorjeta. O que mudou nas três áreas de Harry Potter está no guia de Harry Potter em Orlando.

Dia 23 sem despertador: Millenia, compras finais e o carro abastecido por nós (dia 12)

O dia 12 da viagem caiu no dia 23 de setembro, e foi dia de acordar sem despertador. O café da manhã foi mais tarde na Starbucks, com pão com ovo, croissant, um muffin de chocolate e um Salted Caramel Mocha que a gente pediu de novo outras vezes durante a viagem, por US$ 15,77. Um Publix ali perto estava bem decadente e a gente entrou e saiu sem comprar nada. Depois teve troca de produto na Marshalls, jelly beans de gostos estranhos na Ross pra minha sobrinha e passeio no shopping Millenia, com almoço de 2 sanduíches de frango no Chick-fil-A e, de sobremesa, o que parecia uma torta de limão na Cheesecake Factory, que sinceramente não tinha nada demais, muito doce e cara, por US$ 8,47.

Fatia de torta de limão com chantilly numa embalagem para viagem da Cheesecake Factory
A torta de limão da Cheesecake Factory, que a gente achou muito doce e cara

Teve ainda Super Target pros próximos cafés da manhã, descanso no hotel e uma volta ao Premium Outlet pros presentes que faltavam. Na volta o tanque estava baixo, e foi a nossa primeira vez abastecendo sozinhos fora do Brasil. No primeiro posto a gasolina estava caríssima, e enquanto a gente procurava outro ouviu a voz do atendente, por uma caixinha de som que a gente nem sabia que existia, perguntando se tinha alguma dúvida. Eu perguntei se o preço estava certo e a resposta foi que sim, estava caro mesmo. Num posto Chevron a gente parou na bomba 10, pediu na lojinha pra liberar US$ 30, escolheu a gasolina comum, e esses US$ 30 encheram o tanque inteiro.

À noite a gente tentou jantar no T-Rex, em Disney Springs, mas a espera passava de 1 hora e meia, e a saída foi o Earl of Sandwich, por US$ 20,74. Foram 9,73 km e US$ 99,49 no dia.

Como está hoje. Pela AAA, em 1º de outubro de 2026 o galão da gasolina comum estava em média a US$ 4,15 na região de Orlando, então os mesmos US$ 30 colocam uns 7,2 galões, perto de 27 litros, e a dica de comparar dois ou três postos antes de abastecer continua valendo. O T-REX recomenda reserva, e a Ghirardelli do Marketplace está fechada pra reforma até 2027, funcionando num endereço temporário, segundo o diário do dia 12.

Domingo mais tranquilo: o pior almoço da viagem e o pôr do sol na Orlando Eye (dia 13)

O domingo, 24 de setembro, começou cedo no culto da First Baptist Church de Orlando, a menos de 15 minutos de carro do hotel, das 8h30 às 9h40. Depois a gente voltou pro hotel pra deixar as malas 80% arrumadas, porque a segunda seria dia de parque até tarde e a terça, dia de ir pro aeroporto logo cedo.

O almoço foi no Red Lobster, que estava na nossa lista de opções, e foi uma péssima decisão. O restaurante estava bem sujo, parecia meio abandonado e a gente quase voltou pro carro, a comida veio extremamente gordurosa e nada saborosa, e do Ultimate Feast só a lagosta salvou, por US$ 42,76, que não foi nada barato. Foi o pior almoço da viagem inteira. Depois a gente passou no Walmart pras últimas gordices pra levar pro Brasil, e os 2 potes de Häagen-Dazs, de US$ 4 cada, foram tomados ali mesmo, naquele domingo calorento.

Pôr do sol sobre Orlando visto do alto da roda-gigante Orlando Eye, com o céu alaranjado
O pôr do sol visto lá de cima da Orlando Eye, a roda-gigante da International Drive

No fim da tarde a gente foi pra International Drive ver o pôr do sol na Orlando Eye, a roda-gigante que tinha ficado pra outro dia no combo do I-Drive 360, com vista de 360 graus da cidade, e foram 23 minutos lá em cima, na cabine 23. À noite, pra não errar de novo, foi uma Pizza Hut média de mussarela no hotel, por US$ 14,90, e a conclusão foi que a pizza é melhor aqui no Brasil. Foram só 4,34 km, o dia que a gente menos andou, e US$ 65,66 de gasto.

Como está hoje. Pelo diário do dia 13, conferido em 1º de outubro de 2026, a roda trocou de nome algumas vezes e hoje voltou a se chamar The Orlando Eye, com volta de cerca de 20 minutos, e o I-Drive 360 virou ICON Park. Na consulta a roda aparecia fechada em 1º e 2 de outubro, então abre o calendário do site antes de montar o seu dia em cima dela. O Red Lobster passou por recuperação judicial em 2024, e o Ultimate Feast aparecia por US$ 43,99 no cardápio oficial, sem imposto e gorjeta.

De volta ao Magic Kingdom, agora lotado e sem mochila (dia 14)

No último dia de parque, 25 de setembro, a gente chegou ao Magic Kingdom às 8h10 e foi direto pra Main Street Bakery, pra dar tempo de ver o show de abertura das 8h55 na frente do castelo, e decidiu ir sem mochila, só com o celular. O diário desse dia é mais curto, porque a gente anotou pouco e não filmou, pra aproveitar ao máximo.

Diferente do primeiro dia, o parque estava bem cheio. Depois de uma filinha de poucos minutos nos 7 Anões, a Space Mountain teve 1 hora e meia de fila e estava com tanta iluminação que dava pra ver toda a estrutura dos trilhos, o que tirou a graça do trajeto no escuro. Com os FastPass vieram o Buzz Lightyear às 11h20, com a atração do Stitch fechada de novo, a Big Thunder às 12h25 e o Peter Pan às 15h05. No meio disso teve almoço no Pecos Bill Tall Tale Inn and Cafe, com nachos, fajita e acompanhamentos à vontade no buffet, por US$ 32,78, vendo a parada passar ali perto com um frozen de limonada, e o Mickey’s PhilharMagic pra descansar no ar-condicionado.

A atração do Ursinho Pooh, que a gente não tinha conhecido no primeiro dia, foi sem fila e a gente se divertiu igual criança. Os Piratas do Caribe tiveram quase 1 hora de fila e valeram a pena, e depois de usar os três FastPass a gente marcou um quarto pelo aplicativo, na atração da Ariel às 16h45. Depois das 18h foram 2 hambúrgueres no Cosmic Ray’s Starlight Café e, às 19h, com um frappuccino na mão, a gente pegou lugar bem na frente do castelo pro Once Upon a Time e o Happily Ever After. Apesar de ficar bem cheio, foi muito melhor do que assistir lá atrás, com áudio melhor e mais detalhe das projeções.

A experiência foi muito diferente da primeira vez, com o roteiro bem mais livre, sem mochila pesada e sem a preocupação de filmar e correr pra fazer tudo, já que no primeiro dia a gente tinha conseguido fazer o que queria. A saída foi com o parque abarrotado, esperando 2 Ferry Boats. Foram 13,33 km, 15 horas de parque, o recorde da viagem, e US$ 126,02, incluindo US$ 3 numa água que doeu no bolso por estar sem mochila.

Como está hoje. Pelo diário do dia 14, conferido em 1º de outubro de 2026, o Once Upon a Time não aparece mais na programação, o Happily Ever After continua e, em setembro e outubro, as noites da festa de Halloween com ingresso à parte fecham o parque às 18h pro ingresso comum, então aquelas 15 horas não caberiam numa noite dessas. A nossa volta ao parque em janeiro de 2026, com o Samuel, está no post do Magic Kingdom com criança pequena.

A volta pra casa: o posto, o pedágio e a devolução do carro (dia 15)

No dia 26 a gente acordou às 6h30, tomou iogurte e frutas do Whole Foods, conferiu se não estava esquecendo nada no quarto e fez o checkout. No posto perto do hotel deu uma certa confusão, porque a gente pediu pra liberar US$ 20 e, na hora de abastecer, a gasolina parava toda vez que eu apertava a alavanca da bomba. Voltei na lojinha e a atendente explicou que era pra apertar bem devagar, mas mesmo assim o problema continuou, até que uma cliente do posto veio ajudar. Depois de um tempo a bomba parou de novo, agora porque o tanque estava tão cheio que transbordou, e a mesma mulher limpou com uma estopa e me orientou a pegar o troco. Completar o tanque custou US$ 11,29.

O caminho até o aeroporto foi tranquilo e bem sinalizado, só que eu dei mole num pedágio e passei direto, e depois veio uma cobrança de R$ 35,61 da Alamo no nosso cartão de crédito. A devolução foi rápida, em menos de 10 minutos a gente tirou as malas, um funcionário fez um checklist, conferiu o tanque cheio e leu os dados do carro numa maquininha. Depois foram 4 malas e uma mochila pelo aeroporto até o check-in, com cada mala abaixo dos 22 kg, ufa, um café da manhã de verdade na Starbucks, por US$ 13,96, e uma passada rápida no duty free.

Rodolfo, com almofada de pescoço, e Carol numa selfie sentados no avião
Eu e a Carol no avião, no caminho de volta de Orlando pra Brasília

O voo foi tranquilo, a escala no Panamá foi rápida e a gente chegou a Brasília à meia-noite, exausto, e pegou um Uber até em casa, com saudade da nossa casinha e já com saudade do nosso desbravamento em Orlando. Foram 3,35 km e US$ 25,25 nesse último dia.

Como está hoje. Pelo diário do dia 15, conferido em 1º de outubro de 2026, as rodovias da CFX na região de Orlando não têm mais cabine nem aceitam dinheiro, e o pedágio não pago vai pra locadora, que repassa com taxa, que foi exatamente o que aconteceu com a gente. O TollPass da Alamo cobra US$ 4,95 por dia de uso, com teto de US$ 34,65 por aluguel, mais os pedágios, e existe o Visitor Toll Pass, gratuito, pra quem chega e sai pelo aeroporto de Orlando, como eu explico no post sobre pedágio em Orlando. A franquia de bagagem da Copa hoje depende da família de tarifa, então confere o que está incluso antes de fechar a mala.

Quanto a gente anotou de gasto em cada dia

Cada diário termina com o “investimento total” do dia pro casal, com as taxas, e isso inclui estacionamento, comida, mercado, gasolina e algumas lembrancinhas, mas não inclui ingresso, hotel, passagem, aluguel do carro, seguro e as compras de outlet. Nos dias 1 e 2 o diário só lista os principais gastos, sem fechar um total. Esses foram os números:

  • Dia 1, chegada: US$ 21,89 no Five Guys e US$ 110,22 no Walmart, sem total do dia
  • Dia 2, outlet e Disney Springs: US$ 8,72 na Sbarro, US$ 20,21 no Earl of Sandwich e US$ 27,67 nas duas MagicBands, sem total do dia
  • Dia 3, Magic Kingdom: US$ 123,16
  • Dia 4, Animal Kingdom: US$ 141,28
  • Dia 5, compras e descanso: US$ 137,61, fora as compras de outlet e lojas de departamento
  • Dia 6, EPCOT: US$ 178,18, o mais caro, puxado pelos US$ 99 do Le Cellier
  • Dia 7, Hollywood Studios: US$ 105,14
  • Dia 8, SeaWorld e I-Drive 360: US$ 142,13, com US$ 85,03 de mercado no Whole Foods
  • Dia 9, Universal Studios: US$ 95,80
  • Dia 10, Islands of Adventure: US$ 87,64
  • Dia 11, Harry Potter e Rainforest Cafe: US$ 96,03
  • Dia 12, Millenia, outlet e gasolina: US$ 99,49
  • Dia 13, domingo na International Drive: US$ 65,66
  • Dia 14, Magic Kingdom de novo: US$ 126,02
  • Dia 15, volta: US$ 25,25

Somando os 13 dias que têm total dá US$ 1.423,39, e com os gastos listados dos dias 1 e 2 chega a US$ 1.612,10. No post do orçamento a gente conta que separou US$ 1.400 só pra comida, pensando em 14 dias, e gastou um pouco menos que isso, mas repara que essa soma aqui não é só comida, porque entram também o estacionamento de US$ 20 em cada parque e a gasolina. O mesmo post explica o resto, os ingressos comprados em reais pela Virazóm, o Rosen Inn da 7600 International Drive por 14 noites, o carro intermediário da Alamo, o seguro viagem e o chip de dados.

Quanto custam os ingressos hoje: preços conferidos em 1º de outubro de 2026

Em 2017 a gente comprou todos os ingressos juntos em março, pagando em reais pela Virazóm, num pacote com 5 dias de Disney (na promoção compre 4 e ganhe 1), 3 dias de Universal com Park to Park, 1 dia de SeaWorld e as 3 atrações do I-Drive 360. O valor de cada ingresso estava no ebook do post do orçamento, que saiu do ar, então eu não tenho como comparar ingresso a ingresso. O que dá pra mostrar é o preço de hoje nos sites oficiais:

  • Disney: o ingresso de 1 dia pra quem tem 10 anos ou mais começava em US$ 119, sem os impostos da Flórida, e sobe conforme a data e o parque. A própria página pede pra escolher a data e o parque pra ver o preço. Fonte oficial: disneyworld.disney.go.com/admission/tickets/theme-parks
  • Universal: a página de ingressos que eu consultei não mostrava o ingresso de 1 dia, e sim um ingresso especial de 3 dias, um em cada parque (Epic Universe, Universal Studios e Islands of Adventure), a partir de US$ 99 por dia, US$ 297 no total mais imposto, e uma versão de 3 dias com 2 dias de Park to Park entre Universal Studios e Islands of Adventure e 1 dia no Epic Universe, a partir de US$ 119 por dia, US$ 357 mais imposto. Fonte oficial: universalorlando.com/web/en/us/tickets-packages/park-tickets
  • SeaWorld Orlando: ingresso de 1 visita com data marcada a partir de US$ 59,99 comprando online, pra quem tem 3 anos ou mais, com um preço riscado de US$ 147,99 do lado, fora imposto e estacionamento. Esse “a partir de” é o das datas mais baratas, então escolha a sua data no calendário. Fonte oficial: seaworld.com/orlando/tickets

O estacionamento, que custou US$ 20 em todos os parques em 2017, hoje é de US$ 35 por dia no padrão da Disney e da Universal, já com imposto, e no SeaWorld o estacionamento comprado antes sai a partir de US$ 37 mais imposto. E a gasolina comum estava em média a US$ 4,15 o galão na região de Orlando, segundo a AAA, contra os US$ 30 que encheram o nosso tanque inteiro em 2017.

Erros e aprendizados que ficaram anotados nos diários

Relendo os 15 diários, esses são os erros e as dicas que a gente mesmo anotou na época, do horário perdido na Universal ao pedágio que passou batido no último dia.

  • Releia o horário do parque na véspera. A gente tinha tudo anotado no roteiro e mesmo assim chegou uma hora depois da abertura do Universal Studios.
  • Faça o check-in do carro online ou pelo totem e leia o contrato com calma, porque no balcão o vendedor da Alamo tentou empurrar upgrade e seguro.
  • Tire foto de onde você parou o carro em cada parque, que foi o que fez a gente achar o carro sem sofrimento na volta.
  • Leve água, frutas e barrinhas pro parque, porque pagar de US$ 3 a US$ 5 numa água não rola, e no dia em que a gente foi sem mochila pagou US$ 3 numa garrafinha.
  • Compre pratos, copos e talheres descartáveis logo no começo se a ideia é comer no quarto, coisa que a gente só lembrou no dia 5.
  • Compare o preço de dois ou três postos antes de abastecer e, se a bomba ficar travando, aperte devagar.
  • Não entre molhado na fila do King Kong, que vai ficando cada vez mais fria e escura.
  • Confira os horários dos shows da noite, porque no Hollywood Studios o Fantasmic e o show de Star Wars estavam no mesmo horário e a gente perdeu o segundo.
  • Pra ver os fogos do Magic Kingdom, chegue cedo e fique perto do castelo. Do fundo da Main Street a gente achou barulhento e com gente passando na frente o tempo todo.
  • Não deixe o pedágio passar batido, porque a cobrança chega depois no cartão, com a locadora no meio.

E tem as escolhas que são bem pessoais. Eu não colocaria de novo o óculos de realidade virtual numa montanha-russa com 7 loopings, mas isso foi o meu estômago, e a Carol, que foi sem, curtiu a Kraken numa boa. Do mesmo jeito, a parada da Universal não compensou a espera pra gente, e pode ser que a parada nova, que eu não vi, seja outra história.

Perguntas frequentes sobre a primeira viagem a Orlando

Quantos dias vale a pena reservar para uma primeira viagem completa a Orlando?

A gente fez 15 dias, de 12 a 26 de setembro de 2017, que deram 13 dias completos e duas metades, com 7 parques, um segundo dia de Magic Kingdom, um dia de Harry Potter entre os dois parques da Universal e três dias de compras e descanso. Deu pra fazer tudo o que a gente queria, mas eu não testei uma versão mais curta, então o quanto dá pra cortar depende do seu grupo e de quantos parques entram no seu roteiro.

É melhor fazer o check-in do aluguel de carro no totem ou no balcão?

No totem ou online. Foi o que a gente fez na Alamo em 2017, e no balcão, onde a gente precisou ir só porque chegou 30 minutos antes do horário, o vendedor tentou vender upgrade e seguro. Hoje a Alamo tem também o Skip the Counter, em que você faz o check-in antes de viajar e vai direto pro carro, com condições como reserva feita com 24 horas de antecedência e cartão de crédito no nome de quem reservou.

Vale a pena comprar chip de dados internacional antes de viajar?

Pra gente valeu. O chip da EasySIM4u, comprado no Brasil, chegou funcionando no celular e deu pra rodar de Waze desde a saída do aeroporto e pesquisar loja e restaurante sem depender de wifi. Em outubro de 2026 o site da EasySIM4u continua no ar, mas os planos não abriram na minha consulta, então confere preço e cobertura antes de comprar.

Compensa comprar comida no Walmart em vez de comer fora todos os dias?

Pro café da manhã e os lanches compensou, porque o Walmart tinha muita opção e tudo muito barato, e pelas nossas contas cada garrafinha de água de 500 ml saiu por uns 32 centavos de real no pacote grande. O Rosen Inn tinha espaço pra gente tomar café no quarto, e isso deixou o dinheiro pros almoços e jantares em que a gente queria gastar, como o Le Cellier, no EPCOT, e o Mythos, no Islands of Adventure.

Vale a pena repetir o Magic Kingdom na mesma viagem?

Pra gente valeu, porque o segundo dia foi bem diferente, com o roteiro mais livre, sem mochila, sem filmar e com os fogos vistos de perto do castelo, já que no primeiro dia a gente tinha feito tudo o que queria. Com criança pequena, eu faria hoje um dia inteiro com mais pausa, e o segundo dia começa a fazer sentido se o grupo quer repetir atração ou tirar foto com muitos personagens, então faz os cálculos com o preço do ingresso da sua data.

Qual foi o parque que mais decepcionou?

Nenhum diário elege um parque como decepção. O dia com mais reclamação foi o do SeaWorld, pelo ar de abandono, com muitos lugares fechados, falta de limpeza e funcionários mal-humorados, mas as três montanhas-russas de lá estavam entre as coisas boas do dia. No Universal Studios a gente também anotou a falta de imersão na área dos Simpsons e a parada fraca.

Qual foi a melhor atração da viagem inteira?

O Avatar Flight of Passage, no Animal Kingdom, que o diário chama de melhor simulador que a gente foi em Orlando. A gente foi duas vezes no mesmo dia e chegou a pensar seriamente em voltar outro dia no parque só por causa dele. Entre as montanhas-russas, a que a gente mais curtiu foi a Rock’n Roller Coaster, no Hollywood Studios, onde a gente foi três vezes.

Se você está planejando a sua primeira viagem a Orlando

Em 2017 a gente montou tudo sozinho, com roteiro impresso, FastPass marcado com 30 dias de antecedência e uma hora perdida no Universal Studios porque esqueceu de reler o horário na véspera. Hoje a Agência DIA23 cuida de passagem, hospedagem e ingressos antes da viagem, e durante os dias de parque faz o Guiamento Virtual em tempo real pelo WhatsApp, ajudando com roteiro e fila enquanto você está lá dentro.

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