Roma não é uma cidade que você visita. É uma cidade que você atravessa por camadas. Você anda três quarteirões e passa de um templo do século II para uma igreja do século VII, de uma praça barroca do século XVII para um mercado onde as pessoas compram alcachofra desde antes de o Brasil existir. Nenhuma outra capital europeia empilha tanta coisa em tão pouco espaço. E é justamente por isso que tanta gente sai de Roma com a sensação de ter corrido muito e visto pouco: a cidade é generosa demais para quem chega sem plano.
Neste guia você vai encontrar um roteiro real de 2 a 3 dias em Roma, com preços verificados em 2026, horários oficiais, endereços exatos de onde comer, quanto custa cada ingresso, o que é gratuito, e as dicas práticas que a gente aprendeu na pele quando levou a família inteira para lá, incluindo uma criança de 4 anos e um carrinho de bebê.
Resumo Rápido de Roma
- Duração ideal: 2 dias é o mínimo decente, 3 dias é o número certo, 4 dias é onde a cidade fica confortável.
- Melhor época: abril, maio, junho, setembro e outubro, com clima agradável e dias longos. Evite julho e agosto se puder, pelo calor e pela lotação.
- Como se locomover: a pé no centro histórico, e de metrô/ônibus da ATAC (bilhete simples a 1,50€) para os trechos mais longos. Carro não vale a pena, por causa da ZTL.
Sumário
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Se você chegou até aqui e pensou “eu nunca vejo essas promoções a tempo”, é exatamente esse o problema que a gente resolve todo dia na Comunidade VMM.
Um exemplo real: em julho de 2026 saiu um alerta pronto para reservar, de Fortaleza (FOR) para Madrid (MAD), por R$ 1.291,17 na ida, em classe econômica. A conta saiu tão baixa porque compramos pontos de um programa de fidelidade aéreo com desconto numa promoção e trocamos por passagem, em vez de pagar em dinheiro cheio. É esse mesmo tipo de alerta, calculado e pronto para emitir, que chega toda semana pra Roma e para dezenas de outras rotas na Europa.
Por que Roma Vale a Viagem
Roma é a cidade onde a arquitetura antiga não virou ruína decorativa: ela continua funcionando. O Panteão, reconstruído sob o imperador Adriano entre 118 e 128 d.C., segue de pé com a maior cúpula de concreto não armado do mundo, com aproximadamente 43,44 metros de diâmetro interno. E o detalhe que faz o queixo cair: a altura interna equivale ao diâmetro, o que significa que o interior do prédio inteiro é uma esfera quase perfeita encaixada num cilindro. Isso foi projetado há mais de mil e oitocentos anos, sem uma única barra de aço.
A razão de o Panteão ter sobrevivido tão bem é histórica, não sortuda: em 609 d.C., o papa Bonifácio IV consagrou o templo pagão como igreja cristã, com o nome de Santa Maria ad Martyres. Um edifício em uso é um edifício que se conserva. Enquanto outros templos romanos viravam pedreira para construção nova, o Panteão continuou tendo teto, porta e alguém responsável por ele.
Essa lógica se repete pela cidade inteira. A Piazza Navona tem aquele formato alongado de estádio porque ela literalmente está construída em cima do Estádio de Domiciano. Em vários pontos do centro histórico, uma escavação embaixo de um prédio comum revela uma segunda ou terceira cidade empilhada abaixo da atual. Você anda por cima de séculos o tempo inteiro, mesmo sem perceber.
E aí tem o outro lado de Roma, o que ninguém coloca no cartão postal. A gente escreveu isso com todas as letras no post do nosso primeiro dia em Roma: o centro histórico, principalmente a área perto do Coliseu, tem lixo nas calçadas, paredes pichadas e calçamento de paralelepípedo irregular. Quem chega esperando um cenário de filme se decepciona. Quem chega esperando uma cidade viva, histórica e imperfeita se apaixona. A gente pesquisou muito antes de ir e chegou com a expectativa calibrada, e isso mudou completamente a experiência.
Quantos Dias Ficar em Roma
A resposta honesta: 2 dias é o mínimo decente, 3 é o número certo, e 4 é onde Roma começa a ficar confortável.
Com 1 dia só você consegue o Coliseu e pouco mais, numa correria que não faz justiça à cidade. Com 2 dias, cabem a Roma antiga e o centro histórico barroco, cada um em um dia, sem atropelo: é o roteiro completo deste guia. O terceiro dia é onde entra o que separa quem conheceu Roma de quem passou por Roma: o Castel Sant’Angelo, a Galleria Borghese, o bairro Testaccio, a Via Appia Antica ou um bate e volta em Ostia Antica ou Tivoli.
Uma coisa que a gente aprendeu na prática e vale para qualquer roteiro romano: não confie no tempo de caminhada que o aplicativo te dá. Na nossa viagem, o trajeto da Villa Borghese até a Piazza di Spagna estava previsto para 8 minutos. Levou 18. Roma tem subida, tem paralelepípedo, tem gente, tem semáforo. Some 50% em cima de qualquer estimativa de caminhada e o seu roteiro para de desandar às três da tarde.
Se você está montando uma viagem maior pela Itália, Roma funciona bem como primeira ou última parada, porque Fiumicino é o principal aeroporto internacional do país e a estação Termini conecta o resto por trem rápido.
Melhor Época para Ir a Roma
Os melhores meses são abril, maio, junho, setembro e outubro. Clima agradável, dias longos e a cidade em ritmo normal. A média sazonal romana vai de cerca de 12°C em janeiro a cerca de 31°C em julho.
A gente foi entre o final de abril e o início de junho, e o aviso que fica é sobre imprevisibilidade: no mesmo dia deu chuvisco, calor e frio. Leve uma jaqueta leve e uma capa de chuva ou guarda-chuva pequeno na mochila, todos os dias. A compensação é enorme: nessa época o sol nasce por volta das 6h e o pôr do sol passa das 21h. Isso significa que você pode sair do hotel às 11h, como a gente fez em um dos dias, e ainda assim aproveitar a cidade com luz natural até quase a noite.
Julho e agosto são quentes de verdade e o turismo é pesado. Agosto tem ainda o efeito do ferragosto, feriado de 15 de agosto em que boa parte dos romanos sai da cidade e muitos comércios e restaurantes de bairro simplesmente fecham. Você encontra menos fila em alguns lugares e mais portas fechadas nos outros.
Novembro a fevereiro é a baixa temporada: mais frio, mais chuva, e os preços mais baixos do ano. Se o seu foco é museu, arte e comida, o inverno romano funciona muito bem.
Duas datas para colocar no radar: 21 de abril é o Natale di Roma, o aniversário de fundação da cidade, com reconstituições históricas e programação cultural espalhada; e a Settimana Santa, que enche a cidade inteira de visitantes. O Jubileu de 2025 se estendeu até 6 de janeiro de 2026 e deixou como herança uma pressão maior sobre preços de hotel e a necessidade real de reservar tudo com antecedência.
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Entre trem para Fiumicino, ingresso do Coliseu e pizza em Trastevere, a viagem inteira passa por conversão de real para euro. A Wise cobra a cotação real, sem o markup escondido que os bancos aplicam no cartão de crédito comum.
Como Chegar: do Aeroporto ao Centro de Roma
Roma tem dois aeroportos. O principal é Fiumicino (FCO), também chamado de Leonardo da Vinci, e o secundário é Ciampino (CIA), usado sobretudo por companhias de baixo custo.
Saindo de Fiumicino
- Leonardo Express: trem direto, sem paradas, até a estação Roma Termini. Custa 14€ na bilheteria, leva 32 minutos e sai a cada 15 minutos na maior parte do dia. É a opção mais rápida e a mais previsível.
- Trem regional FL1: não vai até Termini. Para em Roma Trastevere, Ostiense, Tuscolana e Tiburtina. É a escolha certa se o seu hotel for em Trastevere ou na região de Ostiense.
- Ônibus Terravision: 7€ comprado online e 10€ na parada, com cerca de 55 minutos até Termini. Sai mais barato, custa quase o dobro do tempo.
- SIT Bus Shuttle: 13€, com parada em Termini e também na área de Prati.
- Táxi oficial: existe tarifa fixa determinada pela prefeitura para trajetos entre o aeroporto e a área dentro das Muralhas Aurelianas, mas o valor exato de 2026 não foi confirmado em fonte oficial na nossa pesquisa. Pergunte a tarifa fixa antes de entrar no carro e só use táxi branco com identificação municipal visível.
Aqui vai uma economia que a gente fez de verdade: comprar o trem antes, pelo aplicativo da Trenitalia. Éramos 4 adultos e o Sam, de 4 anos, e pagamos 40€ no total, com a tarifa familiar incluindo a criança de graça. Se tivéssemos comprado nas máquinas do aeroporto, teria dado 56€ pelo mesmo trajeto. Contamos o passo a passo no post sobre o trem do aeroporto de Roma até o centro, inclusive o que fazer quando o botão de gerenciar reserva do aplicativo dá erro (resposta curta: a bilheteria oficial fica ao lado das máquinas, descendo a rampa à esquerda, e resolve em minutos).
Dois avisos práticos do trajeto que só quem já fez sabe: não tem assento marcado no Leonardo Express, então embarque decidido a achar lugar rápido; e o vão entre o trem e a plataforma em Termini é maior do que o do embarque, o que exige atenção redobrada com criança e mala.
Saindo de Ciampino
A opção mais citada é o ônibus Terravision até Termini, com tarifa a partir de 6€, variando conforme o canal de venda. Também existe tarifa fixa de táxi, novamente sem valor confirmado em fonte oficial na nossa pesquisa.
Como se Locomover em Roma
O centro histórico de Roma é caminhável de verdade. Piazza Venezia, Panteão, Piazza Navona, Campo de’ Fiori, Fontana di Trevi e o entorno do Coliseu formam um bloco compacto que você atravessa a pé em trechos de 10 a 20 minutos. A maior parte do seu roteiro vai ser feita andando, e a maior parte do seu cansaço vai vir do calçamento de pedra, não da distância.
Para os trechos maiores existe a rede da ATAC, com três linhas de metrô (A, B com o ramal B1, e C) e uma malha grande de ônibus e bondes. Os preços atuais:
- BIT (bilhete simples): 1,50€, válido por 100 minutos no sistema urbano, com uma validação no metrô e integração com ônibus dentro da janela de tempo
- Roma 24H: 8,50€
- Roma 48H: 15,00€
- Roma 72H: 22,00€
- CIS semanal: 29,00€
O passe de 72 horas se paga se você fizer mais de duas viagens por dia. Se o seu hotel for central e você andar bastante a pé, o BIT avulso costuma sair mais em conta.
O bonde 8 liga Piazza Venezia a Trastevere e é a forma mais prática de chegar lá sem táxi. Para a Via Appia Antica dá para usar ônibus urbano dentro do perímetro coberto pelo bilhete, e para Ostia Antica a rota é a ferrovia Roma-Lido, também chamada Metromare, saindo da área da estação Piramide, na linha B do metrô.
Sobre os passes turísticos: o Roma Pass aparece a 38,00€ na versão de 48 horas e 62,90€ na de 72 horas no site oficial do turismo de Roma, enquanto o site do próprio Roma Pass anuncia a versão de 72 horas por 58,50€. Ou seja, há inconsistência entre páginas oficiais ativas, então confira o valor no dia da compra. Ele inclui transporte ilimitado e entrada gratuita em uma ou duas atrações, conforme a versão.
Carro em Roma: não. O centro histórico é cheio de ZTL, a Zona a Traffico Limitato, com acesso restrito e multa automática para quem entra sem autorização. Alugue carro só se a viagem incluir Toscana ou outras regiões, como fizemos no nosso roteiro de carro pela Toscana, e retire o carro fora do centro.
Patinete elétrico existe aos montes, mas seja honesto com você mesmo: com paralelepípedo irregular, motorista que não para na faixa e criança junto, a gente não confiou e foi a pé mesmo.
Onde Ficar em Roma: Bairro por Bairro
A escolha do bairro em Roma muda a viagem inteira, porque define quanto do seu dia você vai gastar em deslocamento.
Monti é a recomendação mais equilibrada para a maioria. Fica entre o Coliseu e a Via Nazionale, é caminhável, tem cafés e trattorias de verdade, e mesmo assim custa menos que o Centro Storico. Faixa realista de diária em hotel 3 ou 4 estrelas: 130€ a 220€ na baixa temporada e 200€ a 350€ na alta.
Centro Storico é onde você acorda ao lado do Panteão e faz tudo a pé, com o preço mais alto da cidade: 180€ a 320€ na baixa e de 280€ a mais de 500€ na alta. Ruas cheias e pouca pausa de bairro.
Prati é a melhor escolha para família. Bairro organizado, mais tranquilo à noite, com metrô da linha A e comércio bom. De 110€ a 200€ na baixa e de 170€ a 300€ na alta.
Trastevere entrega atmosfera, restaurante e vida noturna, com o custo de barulho à noite e menos praticidade de metrô. De 120€ a 210€ na baixa e de 190€ a 330€ na alta.
Testaccio é o bairro para quem quer comer bem e viver Roma menos turística, com a diária mais honesta da lista: 95€ a 170€ na baixa e 150€ a 250€ na alta. Em compensação, você depende mais de transporte para chegar aos pontos turísticos.
Aventino é silencioso, residencial e charmoso, com pouca oferta hoteleira e preço alto: 140€ a 260€ na baixa e 220€ a 380€ na alta.
O que evitar: a área colada na estação Termini e os trechos mais duros do Esquilino. Tem os preços mais baixos da cidade, mas é a região mais desigual de todas, com fluxo intenso e ruas que mudam completamente de caráter de um quarteirão para o outro. San Lorenzo, universitário e barulhento, também não é a escolha certa para primeira viagem.
Onde a gente ficou: no Mercure Colosseo, e a escolha foi mais acertada do que a gente esperava. São 5 minutos a pé até o Coliseu e cerca de 17 minutos a pé de Termini, o que resolveu a chegada com malas e criança. O quarto tinha cama king, banheiro amplo, sofá, e o rooftop no 8º andar tem deck com bar, piscina e vista de 180 graus da cidade, com o Coliseu ao entardecer. A piscina funciona das 11h às 19h e a água estava gelada no nosso dia. Contamos tudo, incluindo o café da manhã e o que não foi tão bom, no post do nosso primeiro dia em Roma.

Não esqueça de somar a taxa de turismo de Roma, o contributo di soggiorno, cobrada por pessoa e por noite: 4,00€ em hotel 1 estrela, 5,00€ em 2 estrelas, 6,00€ em 3 estrelas, 7,50€ em 4 estrelas e 10,00€ em 5 estrelas. Numa família de 4 pessoas em hotel 4 estrelas por 4 noites, isso são 120€ que quase ninguém coloca na planilha.
Dia 1: A Roma Antiga, o Bairro Monti e o Pôr do Sol do Aventino
O primeiro dia é o dia da Roma imperial, e ele começa cedo por um motivo prático: o eixo Coliseu, Fórum Romano e Monte Palatino é o mais concorrido da cidade.
O Coliseu é incontornável e o ingresso básico dá acesso também ao Fórum Romano e ao Monte Palatino, no mesmo bilhete. Como a gente já dedicou um post inteiro a essa visita, com tipo de ingresso, documento obrigatório, o que ver dentro, acessibilidade com carrinho e o que ninguém avisa antes, não vou repetir aqui: leia o guia completo do Coliseu por dentro antes de comprar o seu ingresso. O resumo que importa para este roteiro: reserve de 3 a 4 horas para o conjunto inteiro, compre pelo site oficial do Parco Archeologico del Colosseo com bastante antecedência, e leve o passaporte ou uma foto dele no celular.

Duas coisas do nosso dia lá que valem repetir: o Monte Palatino exige subir muitos degraus e é onde está a melhor vista do Fórum inteiro, bem mais tranquila e espaçosa que o interior do Coliseu; e na saída do Coliseu existe uma fonte pública gratuita com água gelada, com gás e sem gás. Leve uma garrafa vazia de 1,5 litro.
Saindo dali, suba a pé até a parte do dia que a maioria dos roteiros pula: o bairro Monti. É o rione mais antigo de Roma, hoje um bairro de ruas estreitas, brechós, cafés independentes e trattorias de bairro. É o contraponto perfeito ao peso monumental da manhã. Almoce ali.
Se sobrar fôlego e você estiver na temporada certa, as Terme di Caracalla ficam a caminho do Aventino, custam 8,00€ e abrem das 9h até o pôr do sol de terça a domingo, com horário reduzido às segundas, das 9h às 14h. Construídas entre 212 e 216 d.C., no reinado de Caracala, foram um dos maiores complexos termais da Roma imperial, e a escala das ruínas é assustadora.
Dica de local para fechar o dia: suba até o Aventino no fim da tarde. Lá estão o Giardino degli Aranci, gratuito, com terraço voltado para a cidade, e a Piazza dei Cavalieri di Malta, onde fica o famoso buraco da fechadura do portal do Priorado dos Cavaleiros de Malta: você espia por uma fechadura e enquadra a cúpula de São Pedro no fim de uma alameda de árvores. Custa zero e é uma das imagens mais memoráveis de Roma.
Dia 2: Panteão, Fontana di Trevi, Piazza Navona e Trastevere
Este é o dia do centro histórico barroco, e é o dia mais caminhável de todos.
Comece na Piazza del Popolo e suba a rampa até o Terraço do Pincio, com vista aberta e plana sobre a praça, um dos mirantes gratuitos mais confortáveis de Roma para quem está com criança.
Desça até a Escadaria Espanhola, a Scalinata di Trinità dei Monti, concluída em 1725 e com 135 degraus. Aqui vai o aviso que a gente aprendeu ao vivo: não pode sentar, não pode comer e não pode beber nos degraus. Tem guarda circulando com apito e a fiscalização é real. A gente viu um senhor descansando com um copo de refrigerante ser levantado na hora, e o apito tocar de novo dois minutos depois para outra pessoa.

Da Piazza di Spagna até a Fontana di Trevi são poucos minutos. E aqui mudou uma regra importante: desde 2 de fevereiro de 2026, turistas e não residentes pagam 2,00€ para entrar no perímetro interno da bacia da fonte, com acesso das 9h às 22h. São isentos residentes de Roma e da Cidade Metropolitana, crianças menores de 6 anos, pessoas com deficiência e um acompanhante, e guias turísticos credenciados. A cobrança vale apenas para o acesso à área controlada: ver a fonte de longe, da praça, continua gratuito. A gente ficou no ângulo lateral, fora da tenda de bilheteria, e a foto ficou ótima, com muito menos gente. A fonte foi concluída em 1762, com projeto de Nicola Salvi, e é alimentada pelo aqueduto Acqua Vergine, de origem romana antiga. Opinião honesta de quem esteve lá: ela é menor do que parece nas fotos e muito mais cheia. Vá com a expectativa calibrada e você vai gostar.

Siga para o Panteão. O ingresso custa 7,00€ desde 1º de julho de 2026, quando subiu dos 5,00€ anteriores, e é gratuito para menores de 18 anos mediante documento, independentemente da nacionalidade. O horário é todos os dias das 9h às 19h, com último acesso às 18h45, e a entrada é gratuita no primeiro domingo do mês. Vale cada centavo: entre, fique parado embaixo do óculo, olhe para cima e entenda por que a engenharia romana ainda é assunto. Para nós, foi o monumento mais impressionante de toda a região central de Roma, mais do que a Fontana di Trevi.

Poucos minutos a pé depois e você está na Piazza Navona. Ela ocupa o antigo Estádio de Domiciano, e a planta alongada do estádio ainda é o que dá forma à praça. No centro está a Fonte dos Quatro Rios, de Gian Lorenzo Bernini, de 1651, com as quatro figuras representando o Nilo, o Ganges, o Danúbio e o Rio da Prata. Foi disparado a praça favorita da nossa família em Roma: bem maior que a área da Fontana di Trevi, com espaço para caminhar, sentar e respirar, galerias ao redor e artistas de rua. Cuidado com a pulseira: pessoas se aproximam para amarrar uma pulseira no seu pulso como presente e depois cobram com insistência. Não estenda a mão.

Continue até o Campo de’ Fiori, que de manhã é mercado e à noite vira praça de bar. No centro está a estátua de Giordano Bruno, inaugurada em 1889 para marcar o local onde o filósofo foi executado pela Inquisição romana em 1600. É a única praça monumental do centro que nunca teve igreja.
Dali, entre no Ghetto Judaico, um dos bairros mais antigos e mais interessantes de Roma, e onde nasceu a cozinha judaico-romana. À noite, atravesse para Trastevere, de bonde 8 ou a pé pela Ponte Sisto. É o bairro mais charmoso que a gente conheceu em Roma: ruas estreitas de paralelepípedo, roupa no varal, praças pequenas e restaurantes de verdade. Jante ali.
Dia 3: Castel Sant’Angelo e as Opções do Terceiro Dia
O terceiro dia é flexível. Comece pelo Castel Sant’Angelo e depois escolha que tipo de viajante você é: as quatro opções abaixo funcionam sozinhas ou combinadas duas a duas.
O ingresso do Castel Sant’Angelo custa 7,00€ inteiro, com valor reduzido de 2,00€ para cidadãos da União Europeia de 18 a 25 anos, e o horário é das 9h às 19h30, com último ingresso às 18h30. O prédio nasceu como mausoléu do imperador Adriano, começou a ser construído por volta de 123 d.C. e depois virou fortaleza. Um corredor fortificado elevado, o Passetto di Borgo, ligava o castelo à área de Prati e servia de rota de fuga em caso de cerco. A vista do terraço superior, com a Ponte Sant’Angelo e as estátuas de Bernini embaixo, é uma das melhores da cidade e custa bem menos que a maioria dos mirantes pagos de Roma.
Dica de local: almoce em Prati, longe da Via della Conciliazione, que é uma avenida cheia de restaurante para turista e armadilha de preço. Vinte minutos a pé para dentro do bairro e você come o dobro melhor pela metade.
Opção 1: Villa Borghese e Galleria Borghese
A Galleria Borghese é o museu mais bonito de Roma e o mais difícil de entrar sem planejar. O ingresso inteiro custa 16,00€, mais 2,00€ de taxa de reserva obrigatória. A visita é feita em turnos de 120 minutos, nos horários de 9h às 11h, 11h às 13h, 13h às 15h, 15h às 17h e 17h às 19h. O museu abre das 9h às 19h, com último acesso às 17h45, e fecha às segundas-feiras. Sem reserva antecipada você não entra, ponto. A coleção foi formada pelo cardeal Scipione Borghese no início do século XVII e reúne as esculturas de Bernini que definem o barroco, incluindo Apolo e Dafne e O Rapto de Proserpina.
Em volta está a Villa Borghese, o grande parque de Roma, e aqui vai a nossa experiência real: depois de um dia inteiro no centro histórico, com lixo nas calçadas e pichação em quase toda esquina, entrar na Villa Borghese pareceu outro mundo. Gramado limpo, sem sujeira, crianças brincando, uma cidade diferente. O Sam foi direto para o parquinho e passou o resto da manhã brincando ao lado de crianças romanas. Tem um mini-trem infantil que faz um circuito de cerca de 25 minutos e que custou 4€ na nossa visita. Contamos tudo isso no post do nosso segundo dia em Roma.

Opção 2: Testaccio e Aventino
Testaccio é o bairro onde a cozinha romana é comida do dia a dia, não atração turística. Reserve de 3 a 4 horas: mercado, almoço e caminhada. É a Roma sem cenário, com moradores fazendo compra e trattorias que existem desde antes da Segunda Guerra. Combine com o Aventino ao lado, se você não fez isso no primeiro dia.
Opção 3: Via Appia Antica
A Via Appia começou a ser construída em 312 a.C., por iniciativa do censor Ápio Cláudio Cego, para ligar Roma ao sul da península. Era a estrada mais importante do mundo antigo, e trechos do calçamento original continuam ali, com túmulos romanos nas margens. A entrada no parque é gratuita e apenas alguns sítios de dentro são pagos. Um trecho básico a pé leva de 2 a 3 horas, e de bicicleta um percurso mais completo pede de 4 a 5 horas. Vá no domingo, quando parte da via fecha para carros e o passeio fica muito melhor. As catacumbas de San Callisto e de San Sebastião ficam nesse eixo, mas os preços e horários oficiais delas não foram confirmados na nossa pesquisa, então cheque nos sites oficiais antes de ir.
Opção 4: bate e volta em Ostia Antica ou Tivoli
Ostia Antica é o antigo porto de Roma, com origem tradicionalmente associada ao século VII a.C. A área arqueológica recebeu o European Heritage Label da União Europeia. É o que mais se aproxima de Pompeia sem sair da região de Roma, com ruas, casas, teatro e termas em pé, e leva de 3 a 5 horas de visita. Chega-se pela ferrovia Roma-Lido, a Metromare, a partir da área da estação Piramide. O sítio fica na Viale dei Romagnoli, 717. O preço e o horário atuais não foram confirmados em fonte oficial na nossa pesquisa, então confirme antes de sair.
Tivoli é o outro caminho, e é dia cheio: de 6 a 8 horas contando deslocamento. A Villa Adriana foi construída entre 118 e 138 d.C. para o imperador Adriano e é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999, reconhecida por reunir expressões das culturas do Mediterrâneo antigo e por ter influenciado a arquitetura do Renascimento e do Barroco. A Villa d’Este, renascentista, é famosa pelos jardins em terraços e pelas fontes movidas só por gravidade. Preços e horários atuais também não foram confirmados em fonte oficial aqui.
Onde Comer em Roma: Endereços de Verdade
Primeiro, os horários, porque errar isso estraga refeição. O almoço em Roma acontece entre 12h30 e 14h30, e em muitos lugares a cozinha fecha por volta das 15h. O jantar começa de verdade entre 19h30 e 20h30 e vai até 22h30 ou 23h. Restaurante tradicional vazio às 19h não é restaurante ruim: é hora errada. A gente aprendeu isso na marra ao chegar num restaurante às 14h30 e ver a cozinha fechando.
Na conta você vai ver coperto, a taxa por pessoa para sentar à mesa, normalmente entre 1€ e 5€, e às vezes servizio, a taxa de serviço em percentual. As duas são legais desde que estejam informadas no cardápio. Se a casa indica “servizio e coperto incluso”, já está tudo no preço.
Cozinha romana clássica
- Felice a Testaccio, na Via Mastro Giorgio 29, aberto desde 1936, é a referência para o tonnarelli cacio e pepe, misturado na mesa. Faixa média a alta.
- Checchino dal 1887, na Via di Monte Testaccio 30, é ainda mais antigo e o lugar certo para gricia e coda alla vaccinara.
- Flavio al Velavevodetto, na Via di Monte Testaccio 97, faz carbonara e amatriciana com vista para o monte de cacos de ânfora romana.
- SantoPalato, na Piazza Tarquinia 4 e 5, aberto em 2017, é a leitura contemporânea da tradição e é onde romanos jovens vão.
Em Trastevere, o endereço mais procurado é o Da Enzo al 29, na Via dei Vascellari 29, com carbonara e cacio e pepe honestos e fila constante.
E o nosso: a gente comeu o melhor carbonara da nossa vida no Tonnarello, em Trastevere. Custou 13€ e a conta do grupo inteiro deu 44,50€. Leve, cremoso, massa no ponto, guanciale no ponto. Quando você come um carbonara ruim você nunca esquece, e quando come um bem feito também não. Já o primeiro almoço italiano da viagem foi na Trattoria Vecchia Roma, que existe desde 1916, a 10 minutos a pé do Mercure Colosseo: bucatini all’amatriciana flambé por 13€, espaguete com rúcula e pimenta por 12€, fettuccine por 14€, total de 42€. Chegamos sem reserva e esperamos menos de 5 minutos, mas a recomendação é reservar, porque enche e o barulho ecoa.
Pizza
A pizza romana é fina e crocante, diferente da napolitana.
- Pizzeria da Baffetto, na Via del Governo Vecchio 114, é a clássica do centro.
- Da Remo, na Piazza di Santa Maria Liberatrice 44, é a de bairro em Testaccio.
- Ai Marmi, no Viale di Trastevere 53, resolve o jantar em Trastevere.
- Dar Poeta, na Via dei Genovesi 51, também resolve o jantar em Trastevere.
Para pizza al taglio, vendida por peso e comida em pé, os três nomes são:
- Pizzarium Bonci, na Via della Meloria 43, aberto em 2003, no bairro Prati.
- Forno Campo de’ Fiori, no Campo de’ Fiori 22, uma casa que remonta a 1525, onde o pedido é a pizza bianca.
- Antico Forno Roscioli, na Via dei Chiavari 34, de 1824.
A gente comeu na La Boccaccia, perto do hotel: três fatias por 10,50€, massa fina e muito crocante, cortada na hora.
Supplì, maritozzo, gelato e café
O supplì al telefono é o bolinho romano de risoto com mozzarella dentro, e o nome vem do fio de queijo que puxa como um telefone antigo. Pedimos um por 2,50€ na Pizzeria Li Rioni, a menos de 3 minutos do Mercure Colosseo, junto com uma quattro formaggi de 10€ que deu mais que uma refeição.
Endereços especializados:
- Supplizio, na Via dei Banchi Vecchi 143.
- I Supplì, na Via di San Francesco a Ripa 137.
Para maritozzo, o pãozinho doce recheado de chantilly que os romanos comem no café da manhã, a referência é a Pasticceria Regoli, na Via dello Statuto 60, de 1916.
Gelaterias artesanais de verdade:
- Fatamorgana, na Via degli Scipioni 73, de 2002, criativa e sazonal.
- Otaleg, na Via di San Cosimato 30, de 2012, respeitadíssima por técnica.
- Come il Latte, na Via Silvio Spaventa 24 e 26, de cremosidade absurda.
- Giolitti, na Via degli Uffici del Vicario 40, aberta em 1900.
- Gelateria del Teatro, na Via dei Coronari 65 e 66.
O nosso primeiro gelato italiano de verdade foi na Pasquino: médio com duas bolas por 4€, e o pequeno por 2,50€. Cremoso, sabor limpo, preço justo.
Cafés históricos:
- Sant’Eustachio Il Caffè, na Piazza di Sant’Eustachio 82, desde 1938.
- Tazza d’Oro, na Via degli Orfani 84, desde 1944, colada no Panteão, onde o pedido no verão é a granita di caffè.
Ghetto e mercados
No Ghetto, o prato obrigatório é o carciofo alla giudia, a alcachofra frita inteira até ficar crocante como uma flor.
- Nonna Betta, na Via del Portico d’Ottavia 16.
- Ba Ghetto, na Via del Portico d’Ottavia 3.
- Sora Margherita, na Piazza delle Cinque Scole 30.
- O histórico Piperno, na Via Monte de’ Cenci 9, de 1860.
Peça um para dividir de entrada, porque chega grande.
Para mercado, o Mercato di Testaccio, na Via Aldo Manuzio 66b, é onde os romanos realmente fazem compra e comem panino, supplì e fritti de bancada. O Mercato di Campo de’ Fiori é mais turístico, mas ainda serve para fruta e queijo se você evitar as bancas cenográficas.
Dica de local que vale ouro: os próprios italianos nos avisaram que na região ao redor da Fontana di Trevi não existe restaurante bom de massa. É área turística demais. A gente seguiu o conselho: comeu o tiramisu clássico do Pompi ali mesmo, por 6€ a caixinha, e foi almoçar em outro bairro. E a dica de quem trabalha no Pompi: peça o clássico, não os de pistache ou frutas.

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Quanto Custa uma Viagem para Roma
Orçamento realista por pessoa, por dia, em 2026:
- Perfil econômico: hospedagem de 40€ a 90€, refeições de 20€ a 35€, transporte de 6€ a 12€ e atrações de 15€ a 35€. Total de 81€ a 172€ por dia.
- Perfil confortável: hospedagem de 100€ a 220€, refeições de 40€ a 80€, transporte de 8€ a 15€ e atrações de 25€ a 60€. Total de 173€ a 375€ por dia.
Lembre de somar o contributo di soggiorno por pessoa por noite, que não vem na diária.
Como economizar de verdade em Roma:
- Use as nasoni. Roma tem mais de 2.500 bicas públicas de água potável gratuita espalhadas pela cidade. Ande com garrafa vazia e você não gasta um euro com água na rua.
- Compre água e o básico em supermercado no primeiro dia. A gente faz isso em toda viagem: um pack de água no Carrefour Express e duas garrafinhas para os passeios. A diferença de preço em relação a hotel e restaurante é enorme.
- Tome café em pé no balcão. Sentar à mesa em Roma custa mais caro pelo mesmo café.
- Primeiro domingo do mês: Castel Sant’Angelo, Galleria Borghese, Panteão, o parque da Appia Antica, Ostia Antica e os museus civis de Roma entram na gratuidade.
- Café da manhã incluído no hotel não é luxo, é logística. Com criança pequena, sair de casa com a barriga cheia muda o humor de todo mundo e economiza tempo e dinheiro.
Erros que Fazem Você Perder Tempo e Dinheiro em Roma
O golpe do gladiador. Homens fantasiados perto do Coliseu oferecem foto de graça e depois cobram com agressividade. Não pose, não pegue no acessório, não pare.
A pulseira da Piazza Navona. Alguém tenta amarrar uma pulseira no seu pulso como presente e depois cobra. Mantenha as mãos ocupadas.
Táxi sem taxímetro. Em táxi oficial de Roma, o taxímetro tem que estar ligado. Se não estiver, peça para ligar ou desça. Só entre em carro branco com identificação municipal visível, em ponto oficial. A central oficial de mobilidade de Roma é o número 060609 e existe o aplicativo CHIAMA TAXI.
Restaurante com foto do prato na porta. Perto do Coliseu e da Fontana di Trevi esse é o padrão: cardápio traduzido em oito idiomas, foto plastificada, preço inflado. Ande três quarteirões e o cenário muda.
Cappuccino depois do almoço. Não é lei, é costume, mas é um costume forte: cappuccino é bebida de café da manhã. Depois do almoço, os romanos pedem espresso.
Achar que o mapa está certo sobre o tempo de caminhada. Repito porque é o erro que mais custa caro: some pelo menos 50% no tempo previsto. A gente fez 18 minutos num trajeto que o aplicativo prometia em 8, carregando carrinho e criança.
Não planejar banheiro. Banheiro gratuito no centro histórico é exceção, não regra, e a maioria dos públicos custa 1€ em moeda. E a solução de emergência que funcionou para a gente: Starbucks, McDonald’s e Burger King no centro têm banheiro e, no caso do Starbucks da região da Fontana di Trevi, até elevador, o que é raro em Roma e faz diferença com carrinho.
Ir com carrinho de bebê para tudo. Dentro do Coliseu o carrinho simplesmente não funciona, e no Castel Sant’Angelo os lances finais do terraço também exigem carregar no colo. Pergunte na bilheteria de cada atração antes de entrar.
Não organizar os ingressos. A gente usa o TripWaffle para deixar todos os ingressos e reservas num lugar só, e isso salvou minutos preciosos na fila de segurança.
Uma tranquilidade que ninguém conta: se acontecer emergência médica, ambulância e atendimento em hospital público são gratuitos para turistas na Itália. A gente viveu isso: a Carol passou muito mal de madrugada, o hotel subiu com medidor de pressão, fez o pré-atendimento no quarto e chamou a ambulância, tudo sem cobrar. No hospital público ela tomou soro, fez exame de sangue e raio X, e não pagou nada. Não tenha medo de chamar.
Perguntas Frequentes sobre o Roteiro de Roma
Quantos dias são necessários para conhecer Roma?
Dois dias é o mínimo decente e três é o número ideal. Com dois você cobre a Roma antiga e o centro histórico barroco. O terceiro dia libera o Castel Sant’Angelo, a Galleria Borghese, Testaccio, a Via Appia ou um bate e volta em Ostia Antica ou Tivoli.
Quanto custa entrar no Panteão?
7,00€ desde 1º de julho de 2026, quando o valor subiu de 5,00€. Menores de 18 anos entram de graça com documento, independentemente da nacionalidade, e a entrada é gratuita no primeiro domingo do mês. Abre todos os dias das 9h às 19h, com último acesso às 18h45.
É verdade que agora se paga para ver a Fontana di Trevi?
Sim, mas com uma ressalva importante. Desde 2 de fevereiro de 2026, turistas e não residentes pagam 2,00€ para entrar no perímetro interno da bacia, das 9h às 22h. Ver a fonte de longe, da praça, continua gratuito. Crianças menores de 6 anos, pessoas com deficiência e um acompanhante, residentes e guias credenciados são isentos.
Precisa reservar a Galleria Borghese?
Sim, a reserva é obrigatória e sem ela você não entra. O ingresso custa 16,00€ mais 2,00€ de taxa de reserva, a visita é em turnos de duas horas e o museu fecha às segundas-feiras.
Vale a pena comprar o Roma Pass?
Vale se você for usar bastante transporte público e visitar pelo menos duas atrações pagas de valor alto. Ele custa 38,00€ na versão de 48 horas e aparece entre 58,50€ e 62,90€ na de 72 horas, com inconsistência entre páginas oficiais.
Como ir do aeroporto de Fiumicino ao centro de Roma?
O Leonardo Express leva 32 minutos direto até Termini e custa 14,00€ na bilheteria. Comprando online pela Trenitalia sai mais barato, e crianças pequenas entram na tarifa familiar. A gente pagou 40€ por 4 adultos mais uma criança de 4 anos, contra 56€ se tivéssemos comprado nas máquinas.
Roma é uma cidade segura?
Sim, na maior parte do roteiro turístico, mas é uma cidade de furto de oportunidade. Os pontos de atenção são a área da estação Termini à noite, o metrô lotado e as aglomerações da Fontana di Trevi e da Piazza Navona. Bolsa fechada na frente do corpo resolve 90% do problema.
Preciso alugar carro em Roma?
Não. O centro histórico é cheio de ZTL, com multa automática para quem entra sem autorização, e o transporte público mais a caminhada cobrem tudo. Carro só faz sentido se a viagem seguir para a Toscana ou outra região.
Roma dá para fazer com criança pequena?
Dá, mas exige ajustar o ritmo. A gente fez com uma criança de 4 anos e carrinho. As chaves foram: sair do hotel mais tarde e sem correr, café da manhã incluído, Villa Borghese como respiro no meio da viagem, e aceitar que o carrinho fica no hotel no dia do Coliseu.
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