Rudi e Samuel na jacuzzi do deck do Liberty of the Seas
América do NorteOrlando

Tour Completo do Cruzeiro Liberty of the Seas, Royal Caribbean

Esse foi o nosso primeiro cruzeiro em família. Embarcamos em Fort Lauderdale no Liberty of the Seas, da Royal Caribbean, como parte de uma viagem maior para Orlando com o Sam. Foram 4 noites de bordo, mais um dia inteiro na ilha privativa da Royal nas Bahamas, e a gente decidiu documentar tudo em detalhe: comida, cabine, estrutura, o que é grátis e o que é pago, o enjoo que ninguém avisa que vai acontecer, e todas as dores de aprendizado de quem nunca tinha pisado num navio de cruzeiro antes.

Se você está pesquisando o Liberty of the Seas ou pensando no seu primeiro cruzeiro da Royal Caribbean, esse review sincero e completo reúne tudo que a gente descobriu na prática, dia por dia, refeição por refeição.

A véspera: hotel perto do porto e a última pizza antes do navio

Como o cruzeiro sai pela manhã, a gente ficou hospedado na véspera num hotel simples e econômico perto do porto de Fort Lauderdale, reservado pelo Booking, com transfer de van gratuito incluso na diária até o navio no dia seguinte. Jantamos pizza do Papa John’s no quarto, e no café da manhã do hotel era tudo bem básico: duas camas de casal, ar-condicionado barulhento no chão, micro-ondas, frigobar grande com freezer e um banheiro surpreendentemente espaçoso, sem carpete no chão (ao contrário do que a gente ia encontrar no navio).

Na manhã seguinte, o ônibus do próprio hotel foi pontual: saiu antes das 10h para o trajeto até o porto, parando pelo caminho para deixar outros hóspedes em outros navios. Chegamos com bastante antecedência, porque tanto o aeroporto de Fort Lauderdale quanto o porto costumam ter trânsito pesado nesse horário.

O embarque: check-in antecipado, raio-X e o treinamento de segurança

A dica de ouro aqui é fazer o check-in digital com a máxima antecedência possível. A gente fez com 45 dias de antecedência e já garantiu um horário de entrada mais cedo, às 11h30. Quanto antes você faz esse check-in pelo aplicativo da Royal Caribbean, mais cedo consegue embarcar, e embarcar cedo significa explorar o navio ainda vazio e aproveitar a comida gratuita antes de todo mundo chegar.

Depois de despachar as malas (elas só chegam ao quarto horas depois, então leve na mochila tudo que for usar até lá, incluindo o passaporte), passamos pelo raio-X, mostramos o cartão de embarque digital pelo aplicativo e o passaporte, tiramos aquela foto clássica de embarque que a gente nunca acha necessário tirar, e seguimos para o segundo andar do terminal.

O cartão de embarque já indica o seu “muster station”, o ponto de treinamento obrigatório de segurança. O nosso era o B11. O treinamento em si é rápido e simples: orientação de onde ir em caso de emergência (é ali que ficam os barcos salva-vidas) e o aviso de que crianças pequenas precisam usar a pulseira de identificação o tempo todo dentro do quarto. Tem até um vídeo de instrução específico para crianças no próprio aplicativo, caso o Sam precisasse rever depois.

A cabine 2292: pequena, com carpete e uma cama que desce do teto

A gente não escolheu a cabine específica, deixou a Royal Caribbean sortear, o que sai mais barato. A única escolha que fizemos foi a categoria: uma cabine interna com vista para o mar, a mais econômica com janela, no deck 2, para 3 adultos e 1 criança. Achar o quarto pela primeira vez foi uma novela à parte: os corredores são enormes e a numeração é decrescente, o que confunde bastante quem está entrando pela primeira vez.

O quarto tem carpete no chão (ponto negativo para quem não gosta), um armário grande com muitos cabides, mais do que muitos hotéis costumam oferecer, coletes salva-vidas guardados lá dentro, um cofre pequeno em cima, secador de cabelo, ferro e mesa de passar. A cama é bem grande, tipo queen ou king, com cortina que separa o quarto do sofá caso alguém mais durma ali. E foi só depois de um tempo que a gente entendeu o esquema do sofá: ele não vira cama sozinho, existem duas camas extras que descem do teto, cada uma com uma escadinha própria (meio ruim de subir, por sinal), usadas quando o quarto tem mais gente do que cabe na cama principal. Como o Sam dormiu com a gente, não precisamos armar a cama extra.

O banheiro é minúsculo, com uma pia bem pequena e um box apertado, desconfortável para quem tem mais de 1,70 m (o Rudi tem 1,77 m e já batia a cabeça no teto do box). Mesmo assim, o chuveiro tem boa pressão e esquenta bem. A janela é fixa, não abre. Um detalhe que ajudou bastante: só existem três tomadas no quarto inteiro, então vale pedir uma extensão na recepção ou já levar a sua, porque a equipe de bordo prontamente trouxe uma extensão quando pedimos.

Cabine interna com vigia redonda do navio Liberty of the Seas, com cama de casal
A cabine 2292, compacta mas confortável, com vigia dando para o mar.

O Windjammer no almoço e no jantar: muito mais comida do que a gente esperava

Fomos com expectativa baixa: muita gente, muita comida, imaginamos qualidade mediana. Nos surpreendemos bastante. O Windjammer, o restaurante buffet principal, funciona para café da manhã, almoço (das 11h30 às 15h) e jantar (das 17h30 às 21h), com uma quantidade impressionante de estações espalhadas pelo navio, todas incluídas no pacote básico, sem custo extra.

No almoço, tem uma área inteira de hambúrguer e cachorro-quente montados na hora, com molhos como búfalo picante e barbecue, batata frita, mac and cheese, frango empanado e frutas frescas do lado. No meio do salão fica a parte quente: paella (com frango e depois com frutos do mar), um rosbife fatiado enorme, purê de batata, creme de milho, feijão, legumes, frango assado e peixe, além de bread pudding, macarrão e um beef gulash. Tem também uma bancada inteira de sobremesas: coconut cream puff, docinho de chocolate com amêndoas e pistache, bolo de cenoura, apple pound cake, creme brûlée de abacaxi e vários tipos de cookies.

De bebida grátis, tem água, chá gelado, limonada e suco de cranberry com kiwi disponíveis o dia todo (só não dá para encher garrafa própria, apenas usar os copos do local). A limonada foi disparado a preferida da família; o suco de cranberry com kiwi, nem tanto. Café comum e descafeinado também são liberados, com vários tipos de chá da marca Twinings.

No segundo dia, no jantar do Windjammer, o cardápio mudou bastante em relação ao almoço: três tipos de lasanha (carne, vegetais e vegana), três molhos de macarrão diferentes (alfredo, marinara e bolonhesa), frango frito quente, salmão com crosta, uma carne com cebola e molho chimichurri, turkey breast com geleia de cranberry, uma parmegiana de berinjela e uma polenta que ficou muito boa. Nas sobremesas, apareceram um bolo de chocolate com avelã, tiramisu (um dos favoritos), tartelete de limão, cassata com nuts, panacota com kiwi e até uma opção sem glúten e sem açúcar, com café e creme.

O café da manhã: waffle na hora e o clássico americano completo

O café da manhã no Windjammer funciona das 6h30 às 11h, no mesmo salão. É o momento em que a comida americana mais aparece: duas máquinas fazendo waffle na hora, French toast, panqueca, cinnamon roll (muito bom) e croissant de chocolate (esse decepcionou, achamos duro e pesado). Tem também a estação salgada clássica: ovos mexidos, omelete de queijo e presunto (ou você pode pedir um omelete personalizado na hora), linguiça, bacon crocante, hash brown, arroz frito com vegetais e um biscuit servido com molho gravy, que ficou surpreendentemente bom.

Tem ainda avocado toast, iogurte com granola, aveia com frutas e banana (favorita da manhã), feijão adocicado no estilo americano, salmão defumado, bagel para montar sanduíche, sucos de laranja e maçã (esse último achamos bem artificial) e, claro, as estações de café e chá liberadas. Já vimos aqui um padrão que se repete em todas as refeições do navio: muita variedade e reposição constante, com alguém sempre repondo as travessas para manter tudo fresco.

O restaurante principal à la carte: a melhor mesa do navio

Jantamos numa noite no restaurante principal do navio pela reserva de “My Time Dining” no aplicativo, incluso na tarifa básica (esse não é o mesmo que os restaurantes especializados tipo Chops Grille ou Giovanni’s Table, que são pagos à parte). Fomos parar na mesa 143, no terceiro andar, um ambiente bem mais chique, com lustres e talheres de inox, garçom dedicado e atendimento que consideramos o melhor de todo o cruzeiro.

O cardápio muda todo dia e tem um “highlight” indicado pela casa, no nosso caso uma sopa de feijão de entrada, polenta com risoto e um tiramisu de sobremesa. Dá para pedir mais de um prato sem custo adicional: provamos polenta, lasanha, risoto de cogumelos com bastante queijo e tiramisu (esse, mais cremoso e com menos café do que a gente gosta). O menu também tem seleções premium pagas à parte, como lagosta de entrada por 17 dólares e filé mignon por 20 dólares.

O que é grátis e o que é pago: o detalhe que ninguém avisa

Café, água, chá e os sucos das estações espalhadas pelo navio (como o Café Promenade, no quinto andar) estão inclusos e disponíveis o dia todo, mas de novo, só dá para usar os copos do local, nunca encher garrafa própria. Já o café especial da Starbucks é pago à parte: um cappuccino, por exemplo, sai por 5 dólares. A loja de cupcakes cobra 2,50 dólares pelo mini e 24,95 dólares pelo gigante (achamos meio sem propósito ter uma loja inteira dedicada a isso, tudo pago). A sorveteria também é toda paga, com o copo simples saindo por 3 dólares e o maior por 5,75 dólares, mesmo o navio já oferecendo sorvete estilo soft de graça em outra área, dentro do pacote básico.

Nada é cobrado no cartão de crédito físico a bordo: tudo vai direto para a conta do seu cartão de quarto, a Royal já faz um débito de garantia na entrada do cruzeiro, e você só vê o total no checkout. Vale prestar atenção, porque é muito fácil gastar sem perceber. O Wi-Fi via Starlink custa cerca de 28 dólares por dispositivo, por dia, sem contar taxas adicionais. Preferimos ficar off-line a viagem inteira, e não fez falta.

Estrutura: piscinas, tobogã, patinação no gelo e muito mais

O Liberty of the Seas impressiona pelo tamanho logo na primeira caminhada pelo navio. No deck superior, tem várias piscinas (uma delas com 1,37 metro de profundidade), incluindo uma piscina aquecida numa área exclusiva para maiores de 18 anos, com vista mais silenciosa para o mar aberto, sem criança gritando por perto. Tem também três jacuzzis, um tobogã aquático grande, parede de escalada, quadra de basquete, mini golfe, pista de corrida que dá a volta completa no navio, uma academia grande e bem equipada com esteiras, bicicletas e área de peso, e até uma capela para quem quiser se casar a bordo.

A pista de patinação no gelo, no Studio B, teve apresentações ao vivo em três sessões ao longo do cruzeiro inteiro. Vale chegar de 20 a 30 minutos antes, porque a fila enche rápido e o espaço, apesar de considerável, não tem tantas cadeiras quanto o teatro principal. E leve uma blusa, porque o ambiente é bem gelado. O teatro principal recebe um musical de cerca de uma hora e meia, e é possível reservar horário pelo aplicativo, embora no nosso caso a fila sem reserva tenha andado mais rápido do que a fila com reserva.

No 12º andar fica o Adventure Ocean, com uma área grande de arcade e uma pista de boliche dupla, mas tudo ali é pago à parte, cobrando por partida. Nesse mesmo andar ficam as salas divididas por faixa etária: 3 a 5 anos, 6 a 8 anos, 9 a 11 anos e 12 a 17 anos, com o detalhe de que, em alguns horários com pouco movimento, todas as crianças acabam ficando juntas na mesma sala. Um diferencial real que encontramos foi ter, entre a equipe dessa área infantil, funcionárias que falavam português, o que ajudou bastante o Sam a se sentir à vontade mesmo sem falar inglês.

Criança observando a área de piscinas e toboágua do Liberty of the Seas através da janela da cabine
A vista da área de piscinas e do tobogã, vista da nossa cabine.
Pai e filho de óculos escuros dentro de uma jacuzzi no deck do Liberty of the Seas
As jacuzzis do navio, com água bem quente mesmo no frio de janeiro.

O enjoo: o Liberty balança sim

Um alerta bem honesto: quem diz que navio grande não balança, ou nunca fez cruzeiro que balançou de verdade, ou teve muita sorte. Na nossa primeira noite, o navio fez uma pausa no meio do trajeto, em alto mar, e sentimos bastante enjoo. Veio dor de cabeça forte, um mal-estar que se resolveu só depois de tomar remédio para enjoo e Neosaldina, e dormir cedo demais para conseguir aproveitar a primeira sessão de patinação no gelo daquela noite. Se você enjoa fácil, vale muito levar remédio próprio e não contar com a ideia de que “navio grande não balança”.

Nassau, Bahamas: vale descer do navio?

Paramos em Nassau, e descemos apenas para caminhar até uma praia pública gratuita, cerca de 10 minutos a pé do porto, passando por hotéis, um McDonald’s e uma Dunkin’ Donuts pelo caminho. A praia é pequena, bonita e com água transparente, mas gelada em janeiro. Vendedores locais ofereciam guarda-sol com quatro cadeiras por 30 dólares o dia inteiro, e como a gente ia ficar só alguns minutos, não valeu a pena pagar.

Perto dali fica o Bahamas Beach Club da própria Royal Caribbean, que também é pago à parte: em torno de 60 dólares por pessoa, já com bebida inclusa, mas com acesso apenas de barco. Vimos também uma opção de “day pass” numa praia privativa por cerca de 79 dólares por adulto. Se você não faz questão de pisar em Nassau ou de comprar algum passeio pago, provavelmente não vale muito a pena descer: a área do porto é feita basicamente para vender passeio. Preferimos voltar logo para o navio, que ficava bem mais vazio nesse horário, já que boa parte dos passageiros estava em terra.

A ilha privativa da Royal Caribbean: um dia inteiro sem gastar nada

Passamos um dia inteiro na ilha privativa da Royal Caribbean nas Bahamas, dividida em várias áreas com nome próprio. Entramos pela Chill Island, onde tem um barco pirata para as crianças brincarem logo na entrada, e seguimos até a praia dessa mesma área, protegida por corais, com água calma e transparente, ótima para criança pequena, apesar de gelada. Tem armários gratuitos (locker) para guardar pertences, com senha própria escolhida por você mesmo, e foi ali que deixamos passaportes e cartões guardados com segurança.

A ilha inteira tem várias estações de comida gratuita no mesmo padrão do navio: hambúrguer e taco feitos na hora (literalmente amassando a massa da tortilha ali na frente da gente), milho doce, sanduíche cubano, frango, batata frita, além de sucos de manga e de morango com kiwi. É basicamente a mesma comida repetida em ilhas diferentes espalhadas pelo terreno, mas isso ajuda a não formar fila enorme em um único ponto. No Snack Shack, experimentamos um sanduíche de frango crocante muito bom e uma sobremesa de funnel cake, que só ficou faltando a calda de morango e o chantilly para lembrar de verdade o Magic Kingdom.

Seguimos até a Oasis Lagoon, uma piscina enorme conectada a outras áreas, com um bar bem agitado no meio, e até a Splashaway Bay, a área infantil com brinquedos de água, chão emborrachado (bem seguro para correr sem escorregar) e tobogãs pequenos, onde o Sam se divertiu bastante escorregando com o Rudi. O parque aquático maior da ilha, as cabanas privativas e as espreguiçadeiras “gourmet” perto da praia são pagos à parte. Só na Coca-Cola, gastamos 4,48 dólares com taxas, e é bom lembrar: nada é pago na hora, tudo entra na conta do cartão do quarto.

É uma ilha grande, com placas de sinalização em todo canto para não se perder (o que ajudou bastante), praças de alimentação, piscinas enormes e área infantil segura. Dá para passar o dia inteiro sem gastar nada além de bebida com álcool, souvenir ou alguma atração paga à parte.

Criança de óculos escuros na ilha privativa da Royal Caribbean nas Bahamas, com os navios ao fundo
Um dia inteiro na ilha privativa da Royal Caribbean, nas Bahamas.

Cassino, arte e vida noturna a bordo

À noite, o navio continua funcionando: as jacuzzis ficam ligadas, o sorvete continua liberado e as piscinas ganham iluminação nas bordas, mesmo com a área infantil fechando por volta das 18h. No terceiro andar, tem uma galeria de arte com leilões ao longo do cruzeiro, além de apresentações musicais e karaokê em horários variados, tudo gratuito e sem reserva. A única parte do navio que não mostramos foi o cassino, porque a gente não joga e, na maioria das vezes, nem é permitido filmar lá dentro.

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As boas desse cruzeiro

  • Comida muito melhor do que a expectativa. Variedade grande e qualidade real, em três refeições diferentes por dia, tudo incluso no pacote básico.
  • Restaurante principal à la carte com o melhor atendimento do navio. Garçom dedicado, cardápio que muda todo dia e dá para repetir prato sem custo.
  • Estrutura gigantesca para toda a família. Piscinas, tobogã, patinação no gelo, academia e mini golfe num só navio.
  • Ilha privativa com praia gratuita excelente. Água calma, protegida por corais, ótima para criança pequena, com várias áreas para explorar o dia todo sem gastar nada.
  • Atendimento em português na área infantil. Diferencial real para criança que ainda não fala inglês.

O que não foi tão bom

  • Enjoo real na primeira noite. O navio balança mais do que muita gente espera, mesmo sendo grande.
  • Wi-Fi caro. Cerca de 28 dólares por dispositivo ao dia, via Starlink.
  • Quarto pequeno e com carpete. Categoria mais econômica, banheiro bem apertado para quem passa de 1,70 m.
  • Fácil gastar sem perceber. Tudo vai direto para o cartão do quarto e só aparece no checkout final.
  • Áreas pagas em quase tudo que parece extra. Cupcake, sorveteria, arcade e boliche são pagos à parte, mesmo com tanta comida grátis por perto.

Investimentos desse cruzeiro

ItemValor
Wi-Fi Starlink (por dispositivo/dia)~US$ 28
Cappuccino da Starbucks a bordoUS$ 5
Coca-Cola na ilha privativa (com taxas)US$ 4,48
Pipoca no navioUS$ 2,50
Mini cupcake / cupcake giganteUS$ 2,50 / US$ 24,95
Sorvete no navio (copo simples / grande)US$ 3 / US$ 5,75
Lagosta de entrada / filé mignon (menu premium)US$ 17 / US$ 20
“Day pass” de praia privativa em Nassau~US$ 79/adulto
Bahamas Beach Club (com bebida inclusa)~US$ 60/pessoa

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Perguntas frequentes

O que está incluso no pacote básico de um cruzeiro da Royal Caribbean?

Hospedagem, todas as refeições no restaurante buffet Windjammer e no restaurante principal à la carte (café, almoço e jantar), água, café, chá e alguns sucos, sorvete estilo soft, além da estrutura de piscinas, academia e a maior parte das atividades e shows do navio. Wi-Fi, bebidas alcoólicas, cafés especiais da Starbucks, restaurantes especializados como Chops Grille ou Giovanni’s Table, arcade, boliche e passeios em terra são pagos à parte.

Vale a pena descer do navio nas paradas do cruzeiro?

Depende do porto. Em Nassau, achamos que só vale a pena se você fizer questão de pisar na ilha ou contratar algum passeio pago, já que a praia pública gratuita mais próxima é pequena e simples, e a área do porto é voltada quase inteiramente para vender passeio. Já a ilha privativa da Royal Caribbean vale muito a pena, porque tem praia gratuita de qualidade e estrutura para o dia inteiro sem custo adicional.

Navio grande de cruzeiro balança?

Sim, mesmo navios grandes como o Liberty of the Seas balançam, principalmente em alto mar à noite. Sentimos bastante enjoo na nossa primeira noite a bordo. Vale levar remédio para enjoo caso você seja sensível a isso e não contar com a ideia de que “navio grande não balança”.

Quanto custa o Wi-Fi a bordo do Liberty of the Seas?

O Wi-Fi via Starlink custa cerca de 28 dólares por dispositivo, por dia, o que fica caro rápido se toda a família quiser se conectar. A gente preferiu ficar off-line durante a viagem inteira e não fez falta, já que o aplicativo da Royal Caribbean funciona gratuitamente pela rede interna do navio para consultar cardápio, atividades e reservas.

Precisa levar passaporte para o cruzeiro?

Sim. Além de usar no embarque, o passaporte é exigido para desembarcar e retornar ao navio em cada parada, tanto em Nassau quanto na ilha privativa. Leve pelo menos um passaporte por grupo, junto com os cartões do quarto de cada pessoa, que também são obrigatórios para sair e voltar ao navio.

A cabine mais econômica da Royal Caribbean vale a pena para família?

Para quem passa a maior parte do tempo explorando o navio, sim. A cabine interna com vista para o mar é compacta, tem carpete e um banheiro apertado, mas atende bem uma família de 3 adultos e 1 criança, com cama grande e camas extras que descem do teto quando necessário. Se o orçamento permitir e o conforto do quarto for prioridade, vale considerar categorias com varanda.

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