De Bruxelas seguimos de trem-bala Thalys até Amsterdã, a última parada da nossa viagem de 16 dias pela Europa. O trajeto é um pouco mais longo que o de Paris a Bruxelas, com duas paradas no meio do caminho (a última em Roterdã), e o trem que pegamos era um pouco mais antigo que o anterior: nem as tomadas dos assentos funcionavam para carregar celular. O Samuel dormiu boa parte da viagem, e faltando 15 minutos para a Amsterdam Centraal já estávamos de malas prontas para seguir direto para o hotel.
Reservamos esses dias para um ritmo bem mais tranquilo depois da correria de Paris e da Disney, pensando também nas nossas pernas e no físico do Samuel. E mesmo com poucas coisas por dia, rendeu um roteiro cheio: canais, museu interativo, mercado de rua, parque e a melhor sobremesa da viagem inteira. Amsterdã é uma cidade pequena para andar a pé, bem plana, com transporte público eficiente e uma quantidade de coisas para fazer que surpreende quem imagina que vai “só” ver uns canais bonitos.
Como chegar a Amsterdã: do aeroporto Schiphol ao centro
O Aeroporto de Schiphol é um dos hubs mais movimentados da Europa e fica extremamente próximo do centro de Amsterdã, o que facilita muito a chegada. A opção mais rápida e barata é o trem da NS (Nederlandse Spoorwegen), que sai direto da estação dentro do próprio aeroporto e chega à Amsterdam Centraal em cerca de 15 a 20 minutos, com partidas a cada poucos minutos ao longo do dia. O valor do bilhete avulso gira em torno de 6 a 7 euros por trecho (2ª classe), então vale sempre comparar o preço na hora da compra, já que ele pode variar um pouco conforme o horário e o canal de compra. Também dá para ir de ônibus (mais lento) ou de táxi/aplicativo, que costuma custar bem mais caro e não compensa em condições normais de trânsito.
Uma dica prática para quem chega direto do aeroporto: se você já vai usar transporte público na cidade nos dias seguintes, pesquise antes se compensa comprar logo um bilhete de dias ilimitados (falamos mais sobre isso lá na frente, no tópico de transporte) em vez de pagar o trecho avulso do aeroporto separadamente.
Onde ficamos hospedados: Mercure Amsterdam Sloterdijk Station
Ficamos no Mercure Amsterdam Sloterdijk Station, reservado com pontos ALL Accor, nosso terceiro hotel da rede só nessa viagem. É um pouco mais distante do centro (os hotéis mais centrais estavam tão caros quanto em Paris), mas com boa conexão de tram e trem. No check-in ganhamos de presente uma latinha de stroopwafel artesanal, datada de 1904, o mesmo doce que iríamos encontrar em versão fresca dias depois no mercado de rua. Contamos os detalhes completos do quarto e do banheiro, incluindo os pontos negativos, em Mercure Amsterdam Sloterdijk Station: Vale a Pena?.
Na primeira noite, já passando das 20h, fomos ao mercado pertinho do hotel resolver a janta rápida: compramos um Cup Noodles, um sanduíche de tomate, um salgadinho sabor lasanha e uma Seven Up (que não achamos mais no Brasil), tudo por pouco mais de 8 euros. Nada glamouroso, mas resolveu depois de um dia inteiro de trem e chegada em hotel novo.
Melhor época para visitar Amsterdã
Amsterdã é um destino de clima instável o ano todo, então vale se programar para pegar chuva em qualquer época em que for. Dito isso, a época mais concorrida e mais procurada por brasileiros é a da florada das tulipas, que costuma acontecer entre meados de março e o começo de maio, com o pico normalmente entre a segunda metade de abril e o início de maio. É quando o parque de tulipas Keukenhof, nos arredores da cidade, fica aberto ao público e os campos floridos ao redor ficam mais bonitos. Como essa época coincide com feriados como a Páscoa e o Dia do Rei (King’s Day, no fim de abril), os preços de hospedagem sobem bastante, então quem quiser ver as tulipas e economizar precisa reservar com bastante antecedência.
Se as tulipas não forem prioridade, junho e a primeira metade de julho costumam trazer dias longos e clima mais estável, enquanto setembro é um mês bem equilibrado entre bom tempo, preços mais em conta e menos multidão nos pontos turísticos. Já janeiro, fevereiro e o começo de março são a época mais econômica, com hospedagem mais barata, mas dias curtos, frio e maior chance de chuva constante.
Primeiro dia inteiro: comprando o bilhete de transporte na marra
No primeiro dia inteiro em Amsterdã, depois do café da manhã do hotel (que rendeu post próprio, com detalhes de tudo o que tinha na mesa), fomos até a estação Sloterdijk comprar um bilhete de transporte de 3 dias. Levou uns bons 20 minutos só para achar onde comprar e onde pegar o tram certo: perguntamos a uma funcionária da estação, que foi gente boa e anotou à mão o número da linha (o tram 19) e o nome da parada onde precisávamos descer. Comprando no quiosque ao lado da estação, o bilhete de 72 horas saiu por 21 euros por pessoa; se tivéssemos comprado dentro da própria estação, sairia por 30 euros, mas com direito só ao trem, sem o tram.
Um aviso real que recebemos de um dos atendentes locais, quando perguntamos por informação no meio do processo: “esqueça o Google, ele não dá informação certa aqui”. Faz sentido pelo que vivemos: mesmo com o app aberto, a gente ainda teve que perguntar a três pessoas diferentes até achar a escada certa entre o mercado e a entrada da estação que dava acesso à linha do tram.
Vondelpark: a tarde mais tranquila da viagem
Com o bilhete de transporte finalmente resolvido, pegamos o tram até o Vondelpark, o parque mais famoso e mais visitado de Amsterdã, para dar uma respirada depois de dias corridos de Disney e Paris. É um parque enorme, gramado, com bastante gente andando de bicicleta, correndo ou só piquenicando nos dias de sol, e conta até com bebedouros públicos para encher garrafa de água, só apertando um botão e segurando. Deixamos o Samuel andar livre e solto pela grama, e foi ali, sentado no carrinho já cansado, que ele apagou no meio do passeio.
Do Vondelpark seguimos a pé até o Albert Cuyp Market, um trajeto de cerca de 24 minutos caminhando por 2 km, atravessando o bairro De Pijp. Vale reforçar: diferente do que a gente achava antes de organizar essa etapa da viagem, dá perfeitamente para encaixar o Vondelpark no mesmo dia do mercado, sem pressa, como fizemos.
Albert Cuyp Market: stroopwafel na hora e guioza coreano
O Albert Cuyp Market é um mercado de rua enorme, com cerca de 3 quarteirões de extensão, funcionando das 9h às 17h, vendendo de tudo: suvenir, roupa, fruta, comida de rua e até peruca (sim, alguém da família pediu para procurar uma peruca ali, e tinha opções de 10, 15 e 25 euros). Foi ali que provamos o stroopwafel feito na hora, numa barraquinha onde o vendedor faz questão de mostrar todo o processo, desde a massa até o recheio de caramelo prensado ainda quente: muito mais crocante e menos doce que a versão industrializada de caixinha, e vale muito a pena pagar um pouco mais caro pela versão artesanal.
Também comemos um guioza bem apimentado e um sanduíche coreano de frango frito, por 4 euros, além de uma porção de batata frita. Deu pra fazer as compras rápido e comer andando, já que o Samuel tinha apagado no carrinho e a gente aproveitou para percorrer as barracas com mais liberdade. O Albert Cuyp Market fica no bairro De Pijp, uma área mais residencial e menos turística, boa para sentir um pouco do dia a dia local fora do circuito dos canais centrais.
Jantar no restaurante do próprio hotel
De volta ao hotel, à noite, descobrimos que o Mercure Sloterdijk não serve jantar todos os dias: o bar do hotel só funciona aos sábados e domingos, e chegamos numa segunda-feira. A recepção indicou um restaurante no subsolo do próprio prédio, que não faz parte do hotel, funciona mais como um bar com entradinhas e alguns pratos. Pedimos um linguine com molho de pouco (o macarrão veio meio seco, um padrão que a gente notou em vários lugares da Europa, sem muito molho), um hambúrguer clássico por 19,50 euros e uma sopa de abóbora com lentilha por 8,50 euros.
O hambúrguer surpreendeu, grande e bem servido, com uma porção generosa de batata frita ao lado, e o Samuel comeu duas porções da sopa de abóbora, uma inteira e teve que pedir outra. De sobremesa, ganhamos de graça uma fatia de cheesecake, um mimo bem-vindo para fechar a refeição depois de um dia inteiro na rua.
Os canais de Amsterdã: Patrimônio Mundial da UNESCO
Os canais de Amsterdã foram reconhecidos pela UNESCO em 2010 como um exemplo notável de planejamento urbano e hidráulico do século 17, refletindo a expansão organizada da cidade e seu passado de grande potência comercial marítima. Fizemos um passeio de barco pelos canais, pagando 13 euros por adulto (crianças até 4 anos não pagam). Uma dica importante: escolha um barco aberto se for viajar em dias mais quentes. O nosso era fechado, com estrutura de acrílico, e o calor lá dentro ficou incômodo, além do reflexo do sol atrapalhar as fotos.
Os quatro canais principais em forma de meia-lua (Herengracht, Keizersgracht, Prinsengracht e Singel) foram cavados durante o chamado Século de Ouro holandês, período em que a cidade concentrava boa parte do comércio marítimo mundial e enriqueceu rapidamente com a Companhia das Índias Orientais. As casas estreitas e altas ao longo dos canais, muitas delas levemente inclinadas para a frente, não são um defeito de construção: a inclinação facilitava içar móveis e mercadorias direto pelas janelas do último andar usando roldanas, já que as escadas internas são íngremes e apertadas até hoje.

Jordaan e as casas flutuantes: para quem tiver mais tempo
A gente não chegou a explorar a fundo, mas quem tiver mais tempo de sobra vale reservar uma tarde para caminhar sem pressa pelo Jordaan, o antigo bairro operário que hoje reúne ruazinhas charmosas, brechós, galerias pequenas e cafés de esquina, um dos points mais fotogênicos da cidade fora do circuito mais óbvio dos canais centrais. É também nessa região e ao longo dos canais que ficam boa parte das casas flutuantes de Amsterdã, moradias de verdade construídas sobre barcaças, algumas abertas à visitação como pequenos museus temáticos para quem quiser entender como é morar literalmente dentro de um canal.
Museu NEMO: ciência e interatividade
O Museu NEMO, com formato de navio erguendo-se sobre a água, é dedicado à ciência de forma interativa. Reserve pelo menos 3 horas para aproveitar bem. É mais indicado para crianças a partir de 3 anos: o Sam, ainda bebê, curtiu algumas coisas, mas boa parte das instalações é pensada para crianças maiores. A estrutura é excelente, com fraldário, banheiros e espaço amplo para levar seu próprio lanche.
Além dos experimentos internos, o telhado do NEMO funciona como um mirante público e gratuito com uma das vistas mais bonitas da cidade velha, além de ter fontes de água que viram uma espécie de praia urbana no verão, bem popular entre as famílias locais mesmo para quem não vai entrar no museu.
Museus para quem tiver mais dias na cidade
A gente não teve tempo de visitar, mas Amsterdã concentra um dos conjuntos de museus mais importantes da Europa, então vale registrar para quem estiver planejando ficar mais dias na cidade. O Rijksmuseum, o museu nacional holandês, reúne obras de mestres como Rembrandt e Vermeer e está aberto todos os dias do ano, das 9h às 17h; os ingressos são vendidos só online, com horário marcado, e o valor gira em torno de 23,50 euros para adultos, com entrada gratuita para menores de 18 anos. Consulte o site oficial antes de ir para confirmar valores e disponibilidade de horário.
Bem perto dali fica o Van Gogh Museum, com o maior acervo do mundo de obras do pintor. O ingresso fica em torno de 22 a 25 euros, também com entrada gratuita para menores de 18 anos, e o museu costuma abrir das 9h às 18h na maior parte da semana, com um dia de funcionamento estendido até mais tarde. Os ingressos esgotam com dias, às vezes semanas, de antecedência, então quem tiver interesse real em visitar precisa comprar com bastante antecipação pelo site oficial.
Outro destino que costuma ser prioridade de quem visita a cidade pela primeira vez é a Casa de Anne Frank (Anne Frank House), o esconderijo onde a família viveu escondida durante a ocupação nazista e que hoje funciona como museu e memorial. Os ingressos também são vendidos exclusivamente online, liberados às terças-feiras para datas de seis semanas à frente, e costumam esgotar em minutos nos horários mais concorridos. Existe uma reserva de ingressos de última hora, liberada às 9h do próprio dia, mas não é garantida. Consulte sempre o site oficial da Anne Frank House antes de fechar a viagem, já que os valores e o formato de venda mudam com frequência.
Mercado das Flores
Visitamos também o Mercado Flutuante das Flores (Bloemenmarkt), com metade das barracas literalmente flutuando sobre os canais. Existe há mais de 150 anos e é considerado o único mercado de flores flutuante do mundo, embora hoje boa parte das barracas fique fixa sobre pilares construídos dentro do canal, e não mais sobre barcos de verdade.

Outros passeios populares que ficaram de fora do nosso roteiro
A gente não visitou, mas vale citar para quem estiver montando o próprio roteiro. O De Wallen, bairro histórico do centro conhecido internacionalmente pela zona de prostituição legalizada e pelas vitrines com luz vermelha, também guarda uma arquitetura antiga bonita e igrejas históricas, mas não é um passeio recomendado para quem viaja em família, especialmente à noite.
Para quem tiver um dia livre a mais, um passeio bem popular entre turistas é o vilarejo de Zaanse Schans, famoso pelos moinhos de vento históricos de madeira ainda em funcionamento, alguns deles únicos no mundo. Fica a cerca de 15 a 20 minutos de trem da Amsterdam Centraal (opção mais rápida e barata) ou de ônibus direto do centro, e a entrada no vilarejo em si é gratuita: só se paga para entrar dentro dos moinhos e museus, com um ingresso combinado que gira em torno de 29,50 euros para adultos. Dá para fazer como bate e volta tranquilo, ideal para quem gosta da imagem clássica de cartão-postal da Holanda com moinhos, tamancos de madeira e queijo.
Onde comemos: do croquete de carne à melhor torta de maçã
Testamos o famoso hambúrguer de croquete (kroket) tanto no McDonald’s local quanto numa barraquinha de rua chamada FEBO, e preferimos o da barraquinha, com o creme interno mais saboroso e a casquinha mais crocante. Provamos também a batata frita “Obelix”, enorme, com molho de alho.
A melhor sobremesa da viagem inteira, sem dúvida, foi a torta de maçã do Winkel 43: pedaços de maçã de verdade, pouco doce, servida com chantilly e acompanhada de um chá de gengibre. Valeu muito a caminhada até lá.
A FEBO é uma rede de fast food bem típica da Holanda, conhecida pelo sistema de “muurtje”: paredes cheias de portinholas com vidro, onde os salgados ficam quentinhos e prontos, e o cliente simplesmente abre a portinhola depois de pagar numa máquina, sem contato com atendente nenhum, um jeito de comer rápido que existe há décadas na cidade. Já o Winkel 43 fica numa esquina bem tranquila do Jordaan e costuma formar fila, principalmente aos sábados, por causa da feira que acontece na praça em frente. Se você for repetir nosso roteiro, vale a pena ir num dia de semana para evitar a fila mais longa.

Transporte: tram, metrô e o aviso sobre o Google Maps
Já contamos acima a novela real de comprar o bilhete de 3 dias (21 euros por pessoa, no quiosque ao lado da estação, mais barato que os 30 euros cobrados no balcão oficial, mas com direito só ao tram). O sistema de check-in/checkout com cartão funciona parecido com o de Londres: você encosta o cartão ao entrar e ao sair do tram, sem exceção, mesmo sem entender muito bem qual seria a penalidade de esquecer.
Para quem for organizar o transporte com mais antecedência, o sistema oficial de Amsterdã é operado pela GVB e funciona com o cartão OV-chipkaart (o próprio cartão custa uma taxa de depósito reembolsável) ou com o sistema OVpay, que deixa pagar direto com cartão de crédito ou débito contactless, cobrando por trecho rodado até um teto diário. Para quem vai usar bastante tram, metrô e ônibus, os bilhetes de dias ilimitados costumam compensar mais: os valores giram em torno de 10 euros para 24 horas e sobem de forma proporcional para 48h, 72h e por aí vai, sempre com desconto por dia adicional. Vale sempre conferir o valor atualizado direto no site da GVB antes da viagem, já que os preços mudam com frequência.
Uma alternativa bem holandesa ao transporte público é simplesmente alugar uma bicicleta, já que a cidade é toda plana e tem ciclovia praticamente em todo canto. O aluguel de uma bicicleta urbana comum costuma custar entre 10 e 15 euros por dia em locadoras turísticas conhecidas, geralmente com desconto para aluguéis de vários dias seguidos, além de exigir passaporte e uma caução (em dinheiro ou no cartão de crédito) na retirada. É uma boa opção para quem se sente confortável pedalando no meio do trânsito local, mas exige atenção redobrada com os próprios ciclistas holandeses, que andam rápido e não costumam esperar turista distraído no meio da ciclovia.
As boas dessa passagem por Amsterdã
- Torta de maçã do Winkel 43 é imperdível. A melhor sobremesa de toda a viagem pela Europa.
- Canais são Patrimônio Mundial da UNESCO. Vale o passeio de barco, de preferência num barco aberto.
- Cidade bem plana, fácil de caminhar. Apesar das muitas bicicletas, que exigem atenção redobrada.
- Stroopwafel feito na hora no Albert Cuyp Market. Muito mais saboroso que a versão de caixinha.
- Vondelpark é ótimo para descansar com criança. Grama, bebedouro público e espaço de sobra para deixar a criança correr solta.
O que não foi tão bom
- Barco fechado ficou quente e com reflexo. Escolha um barco aberto em dias de sol.
- Google Maps não é confiável para transporte local. Melhor perguntar diretamente às pessoas.
- NEMO pouco aproveitável para bebês. Mais indicado a partir de 3 anos.
- Hotel não serve jantar todos os dias. O bar só funciona sábado e domingo; nos outros dias, é preciso buscar opção fora ou no restaurante do subsolo, que não é do hotel.
Investimentos dessa passagem por Amsterdã
| Item | Valor |
|---|---|
| Passeio de barco pelos canais (por adulto) | 13 euros |
| Bilhete de transporte 3 dias (por pessoa) | 21 euros |
| Torta de maçã + chá (Winkel 43) | ~8 euros |
| Sanduíche coreano de frango frito (Albert Cuyp Market) | 4 euros |
| Compras de mercado (1ª noite: lámen, sanduíche, salgadinho, refrigerante) | ~8,34 euros |
| Jantar no restaurante do subsolo do hotel (linguine + hambúrguer + sopa) | ~19,50 euros o prato principal |
Preços de referência de outras atrações (pesquisados, 2026)
Não visitamos as atrações abaixo nessa viagem, mas deixamos aqui uma referência de preço para ajudar quem estiver montando o próprio roteiro. Como valores de ingresso mudam com frequência, consulte sempre o site oficial de cada atração antes de fechar a compra.
| Atração | Valor de referência (adulto) |
|---|---|
| Rijksmuseum | ~23,50 euros |
| Van Gogh Museum | ~22 a 25 euros |
| Anne Frank House | ~16,50 euros |
| Zaanse Schans (moinhos + museus) | ~29,50 euros |
| Trem Schiphol > Amsterdam Centraal | ~6 a 7 euros |
| Bilhete GVB 24h ilimitado | ~10 euros |
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Essa foi a última parada da nossa viagem por Paris e Bruxelas. Voltamos ao Brasil de executiva, com direito a uma sala VIP incrível: veja em Executiva KLM de Amsterdã para Guarulhos.
Perguntas frequentes
Vale a pena o passeio de barco pelos canais de Amsterdã?
Vale muito, já que os canais são Patrimônio Mundial da UNESCO. Só escolha um barco aberto se for viajar em dias quentes, para evitar o calor e o reflexo do sol num barco fechado.
Qual a melhor sobremesa para provar em Amsterdã?
A torta de maçã do Winkel 43, com pedaços de maçã de verdade e pouco doce, foi a melhor sobremesa de toda a nossa viagem pela Europa. O stroopwafel feito na hora no Albert Cuyp Market também vale muito a pena.
Quantos dias vale a pena ficar em Amsterdã?
Para conhecer o centro histórico, fazer o passeio de barco e visitar um ou dois museus com calma, 2 a 3 dias já dão conta bem. Quem quiser incluir um bate e volta a Zaanse Schans ou visitar os museus mais concorridos (Rijksmuseum, Van Gogh Museum e Anne Frank House) com folga costuma preferir 4 dias.
Como ir do aeroporto de Schiphol até o centro de Amsterdã?
A forma mais rápida e barata é o trem direto da estação dentro do próprio aeroporto até a Amsterdam Centraal, um trajeto de cerca de 15 a 20 minutos com partidas frequentes. Existe também opção de ônibus e táxi/aplicativo, mas o trem costuma ser a escolha mais prática para quem chega com bagagem.
Amsterdã é uma cidade segura para viajar em família?
No geral sim, é uma cidade considerada segura para o turista e bastante estruturada para quem viaja com crianças pequenas, como percebemos no próprio Museu NEMO e no Vondelpark. O maior cuidado real do dia a dia é com as bicicletas, que circulam em grande quantidade e em alta velocidade, exigindo atenção redobrada ao atravessar ciclovias. Bairros como o De Wallen, com a zona de prostituição legalizada, não são recomendados para passeio em família, principalmente à noite.
Precisa de visto para brasileiro visitar a Holanda?
Para estadias turísticas de curta duração, brasileiros não precisam de visto para entrar na Holanda e no restante do Espaço Schengen. Vale sempre confirmar as regras vigentes antes de viajar, já que exigências de documentação e o sistema de autorização eletrônica de entrada da União Europeia têm passado por mudanças nos últimos anos.
Qual é a moeda usada em Amsterdã?
A Holanda usa o euro, assim como a maior parte dos países que visitamos nessa viagem pela Europa. Cartão de crédito e débito internacional é aceito na grande maioria dos estabelecimentos, mas vale levar um pouco de dinheiro em espécie para mercados de rua e barraquinhas menores.
Dá para visitar Amsterdã com bebês e crianças pequenas?
Dá, e a cidade é bem estruturada para isso: é plana, fácil de andar com carrinho, tem parques como o Vondelpark com bebedouro público, e o Museu NEMO tem fraldário, banheiros e espaço para levar lanche próprio. O maior cuidado é com o trânsito de bicicletas, que exige atenção redobrada com crianças pequenas soltas perto de ciclovias e canais.
Vale a pena comprar um bilhete de transporte de vários dias em Amsterdã?
Se você pretende usar tram, metrô ou ônibus com frequência, sim: os bilhetes de dias ilimitados da GVB costumam sair mais em conta do que pagar trecho avulso toda vez, especialmente comprando na própria estação em vez do balcão oficial, como fizemos.
O que fazer se o hotel não servir jantar no dia?
Vale sempre confirmar direto na recepção se o restaurante ou bar do hotel funciona todos os dias. No nosso caso, o bar do Mercure Sloterdijk só abria aos fins de semana, e a alternativa foi um restaurante no subsolo do prédio (que não faz parte do hotel) ou sair para comer na região.



